quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

BY BY 2010!!!!!


Entre tempestades e bonanzas,mais um ano passa...

Posso fechar meus olhos,e ver como um filme que novamente me faz lembrar de tudo de uma só vez.
Momentos diferentes,na qual jamais esquecerei,mudanças que numca deixarei de agradecer,um ano de libertação onde pude ver como realmente é a vida,e apesar dos momentos difíceis nada ofusca o brilho e o prazer de ver alguns de meus desejos realizados.
As lágrimas do passado e tristezas,foram revertidas em alegrias,a ansiedade e a prisão dentro de mim foi quebrada.
Um ano tranquilo,onde me fechei para o mundo e juntei meus pedaços, para voltar mais forte e radiante do que numca.
Ver a itensidade,da alegria e saber que tudo tem saída,mesmo nos ultimos momentos de agonia.
Estar no meu casulo,me fez amadurecer e ter a visão de que tudo pode acontecer no momento menos esperado.
E mesmo que espinhos ferem minha carne o que irá me confortar é saber que existe ,um escape mais que especial que sempre estará comigo mesmo nos momentos mais pertubadores da vida. Deus!!! Obrigada Senhor!!!


Adeus 2010...

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Ser agradecido...

"Eu estaria contente se apenas tivesse...
Tudo seria perfeito se eu pudesse…
Sim, minha vida está bem, mas a vida de fulano(a) é melhor."



Alguma dessas frases soa familiar a você? Se sim, seja bem-vindo(a) à raça humana. Todos nós lutamos com sentimentos de contentamento. Às vezes é difícil celebrar o que temos, porque nos focamos no que não temos. Não há momento melhor para pararmos e lembrarmos a nós mesmos que é importante agradecer do que AGORA. Deixe-me explicar…
A frase mais comum na Bíblia é "Dê graças ao Senhor". Não acho que isso seja coincidência. Deus nos criou e sabe que lutamos com contentamento e agradecimento. Deus sabia que precisaríamos de lembranças de Sua fidelidade, provisão, e controle em nossas vidas. Se nós fôssemos honestos conosco mesmos e com Ele, então teríamos uma abordagem e visão totalmente diferentes da vida. Nós veríamos Sua bondade e quão abençoados somos—mais e melhor do que realmente precisamos. Porém, em vez disso nos encontramos sempre querendo um pouco mais. Ou então nos focamos somente naquele próximo estágio da vida, quando então seremos gratos.
A verdade é: contentamento e agradecimento começam agora. Hoje. É uma escolha que fazemos o ser gratos pelo que temos e onde estamos. É colocar de lado bens materiais, somas em dinheiro, ou outras coisas que não temos, e celebrar, saborear e apreciar o que temos. É dar uma olhada ao redor e ver aqueles a quem amamos, e se alegrar pela presença deles em sua vida. É respirar fundo e perceber que você tem pulmões para respirar. É parar para notar, apreciar e expressar gratidão para e pelas pessoas e coisas com as quais nós já fomos abençoados em nossas vidas.
Sempre seremos tentados a achar que o contentamento vai chegar quando chegarmos lá, mas sempre haverá outro lá nos atraindo em sua direção, roubando nossa gratidão e alegria por estarmos aqui. O contentamento está aqui e não lá. Temos que tomar a decisão de pararmos de querer o que não temos e começarmos a desejar o que temos. Filipenses 4:11 diz, “…Aprendi a estar satisfeito com o que tenho.” Neste período de Ação de Graças, obtenha o controle do seu contentamento, e tome a decisão de ser grato por todas as bênçãos em sua vida. (Traduzido e adaptado de Give Thanks, do site Startmarriageright.com)


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Não temos a tradição das Ações de Graças aqui no Brasil, mas achei muito oportuna essa reflexão. Preciso aprender a ser agradecida agora, e não achar que serei feliz só quando conseguir algo que quero, lá na frente. E vocês, o que acham?

domingo, 7 de novembro de 2010

Ser casado (a) é [MUITO] bommmmmmmm!!!!!!


Casar é fácil. Pensar em como vai ser a cerimônia, depois a festa, contratar o pessoal da filmagem, fotografia, tudo isso é muito divertido. Fazer a prova do vestido, experimentar vários tipos de doces e salgados, para escolher o que será servido no seu dia, delícia! Mesmo quem não faz festa nem grande culto/missa na igreja se anima ao pensar no casamento. Mas viver o dia-a-dia de casados não é fácil.

Talvez seja por isso que muita gente nem sequer gosta de ouvir falar em casamento. Fogem dele como o diabo da cruz. E se eram os homens, em sua maioria, que tinham essa atitude no passado, hoje já não se pode dizer o mesmo: há muitas mulheres que nem pensam em casar.
Eu não tenho nada contra (tenho contra aquelas que se gabam de serem solteiras convictas, falam mal do casamento sem nunca terem vivido isso, mas no dia dos namorados ou na época da TPM ficam um porre de chatas, empanturram-se de chocolate e ficam chorando ao assistir uma comédia romântica tonta. Gostam de ser solteiras ou não?). Ninguém é obrigado a casar. Há pessoas que melhor nem casarem. Admiro quem quer dedicar sua vida a algo, seja a ser missionário na África, estudar bastante ou dedicar-se com afinco à sua profissão, e prefere não casar porque crê que não daria a atenção necessária ao cônjuge. Admiro mesmo, esse é o tipo de pessoa honesta (não admiro é quem não quer casar pra ficar se relacionando sexual e superficialmente com qualquer um). Há aqueles que simplesmente não querem casar. Não têm atração por isso, não querem se relacionar com ninguém. Tranquilo.
Porém, se você não quer casar por MEDO, aí precisamos conversar. Se você encontrou alguém especial, namorou, conhece bem (não totalmente, pois é impossível), tem muito em comum com ela (ele), sabe (e sente) que ama essa pessoa de verdade, e está pensando em casar, mas não tem certeza porque todos falam o quão horrível é fazer isso, pare e reflita agora!
Se você quisesse casar por quaisquer outros motivos que não esses que citei (ter filhos apenas, ter um parceiro sexual estável, dar o golpe do baú, sair da casa dos pais, ser infeliz e achar que o casamento vai trazer toda a felicidade que faltava, pensar que casamento é igual ao que mostram em novelas e filmes, por exemplo...), eu diria: NÃO CASE! Motivos errados! Mas se for por medo, reconsidere. Casar, assim como ficar solteiro, tem seus problemas. São problemas característicos de quem é casado, ou seja, só quem é casado sabe. Mas tudo na vida tem problemas. Fazer uma faculdade, criar filhos, morar sozinho, dividir apartamento, ficar solteiro e casar. Procure ouvir quem é casado e feliz, e não quem é casado e infeliz. Essas pessoas geralmente pintam um quadro bastante distorcido do que é o matrimônio, muito possivelmente porque casaram-se pelos motivos errados e/ou precipitadamente.
Casar te abre janelas na mente. Faz a gente crescer, amadurecer. Diminui o egoísmo, o amor ao "eu". A gente aprende tanta coisa, e vive tanta coisa que não dá pra explicar perfeitamente. Passamos por momentos únicos que só quem é casado sabe. Eu não estou aqui para criticar a solteirice. Estou para exaltar o casamento, ideia de Deus, que veio bem antes de o pecado entrar nesse mundo. Casar é ótimo! Afinal, será que é ruim...


fazer palavras-cruzadas juntos deitados na cama?


fazer compras juntos?


conversar até o dia amanhecer, sobre todo e qualquer assunto?


rir de coisas que só os dois entendem?


descobrir a cada dia mais e mais coisas em comum?


um saber o que o outro pensa só de olhar?


descobrir que o outro conhece mais você do que você mesmo?


ser surpreendida com um convite pra jantar fora no meio da semana?


ficar deitados juntos, abraçados, como se o tempo e tudo mais ao seu redor não existissem?


sentir que, mesmo após anos juntos, você se apaixona por ele(a) de novo e de novo, a cada dia?


chorar juntos e um dar força ao outro?


rir até chorar juntos?


assistir um filme e comer uma pipoca num sábado à noite sem precisar de nada mais elaborado pra se divertir?


compartilhar vitórias?


olhar para aquela pessoa e ter a certeza de que é a pessoa que você mais conhece no mundo, que você mais ama, e com quem você quer passar o resto da vida?




Fico imaginando que os solteiros que me lerem poderão querer fazer a lista deles, até demonstrando que algumas dessas coisas pode-se fazer com um amigo e tal. Não tem problema. Essa minha lista não foi pra mostrar que é melhor casar do que ser solteiro. E sim, como falei, para mostrar o quão bom é dividir para sempre a vida com seu amor. Apesar das dificuldades e desafios, é maravilhoso ser casada. Eu amo meu casamento, meu marido, minha família! Recomendo.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Se o caminho é meu, deixa eu caminhar!!

Uma das coisas mais difíceis na vida é assumir responsabilidades. Tomar uma decisão e assumir para si sua opção e as consequências dela.
Difícil porque na vida não há garantias. Para nada. A gente tem que decidir baseado naquilo que acredita e buscando fazer sempre o melhor. Mas daí a ter certeza absoluta de que aquilo vai dar certo... ninguém tem, para um lado ou para o outro.
E é claro que dá medo. Ninguém quer ter que lidar com as consequências negativas de uma decisão errada. E é aí que acaba sendo mais fácil transferir a responsabilidade e deixar que decidam por você, para ter a quem culpar quando algo dá errado.
Se a gente investiga, questiona e decide, não há a quem culpar. E nem há porque culpar, já que a decisão foi tomada pensando no melhor. Ninguém toma um determinado caminho achando que aquele é o rumo errado. Se a gente vai por ali, é porque acredita que é o melhor caminho. E se não for, a gente só descobre caminhando, mesmo.
É assim que a gente cresce. Fazendo as próprias opções, defendendo as próprias crenças, seguindo o próprio caminho. Que vai ter pedras, como em qualquer caminho. Mas que estão aí pra fazer a gente aprender a tropeçar e levantar.
Isso não significa que a gente tenha sempre certeza de que caminho tomar. Nem que não se possa parar no meio da estrada e perceber que aquele caminho não é o melhor. E, quando isso acontece, não é vergonha nenhuma parar, dar meia volta e recomeçar.
É melhor errar caminhando pelas próprias pernas e aprender, do que estar sempre certo se escorando em alguém. Eu é que não estou disposta a passar procuração para que decidam por mim. Se abrir para o outro e se dispor a aprender com a experiência alheia é uma coisa. Abrir mão da própria autonomia e deixar que escolham por você é outra. Bem diferente.
No meu caminho tem lugar para tudo: erro e acerto, vitórias e tropeços, comemoração e reavaliação. É o meu caminho, e quem vai fazê-lo sou eu. Eu vou acertar, eu vou errar, eu vou aprender. Eu vou crescer. E vou sair de cada experiência mais forte, mais segura, mais madura.
E vou poder sempre olhar para trás e me reconhecer em cada um dos passos que dei. Porque são meus, e eu não sigo pegadas de ninguém.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Sem controle!!!!

Este texto falou muito comigo hoje e retrata bem o que estou vivendo nessa minha mais nova estação:



"Há dias ou estações na nossa vida onde as coisas estarão fora do nosso controle. Nestes momentos, podemos tentar de tudo, mas por este tempo está determinado para nós, não adianta chamarmos, decidirmos onde irmos, o quão rápido chegarmos lá, e até mesmo orarmos para fazermos as coisas acontecerem, porque não será atendido. Existem momentos que as decisões não são feitas por nós. Elas são pre-programadas pelo plano soberano de Deus. Este tempo é mandatório em nossas vidas. Não podemos correr dele. E ele nos serve como um lembrete de que nossas vidas não pertecem a nós."

Texto extraído do blog de Ana Paula Valadão

sábado, 9 de outubro de 2010

Coisas de mim!!!

Esses dias têm sido dias de saudade, de aperto no peito.

Saudades de pessoas queridas, de dias vividos, de um tempo que passou.
Tenho sentido, depois de algum tempo, saudades da minha terra, minha cidade do coração.
E por falar em coração, ele anda apertado esses dias. Apertado pela saudade de coisas que passaram e de ansiedade por coisas que virão.
De repente a tristeza chega, entra sem bater e vai tomando um espaço que não é dela. Assim, sem motivo aparente, sem saber exatamente para que veio. Sem esforço algum as lágrimas escorrem dos olhos e demoram a secar. O semblante cai, os pensamentos divagam longe, um turbilhão de pensamentos e emoções tomam conta.
Algumas coisas na vida acontecem sem que realmente quiséssemos que acontecessem. Mudanças que não planejamos, sonhos que abrimos mão e outros pelos quais temos um imenso caminho a percorrer para alcançar. Há quem diga que as coisas devem ser difíceis mesmo senão não teria graça. Mas acho que nem tudo precisava ser tão difícil, algumas coisas podiam ser mais fáceis. Outras, aliás, acho que deviam ser gratuitas.
É certo que passamos por fases na vida ou, como na comparação que gosto tanto, estações. E como no passar dos anos, algumas estações são mais rigorosas, outras menos. Alguns anos temos invernos intensos, castigantes, enquanto em outros temos apenas um outono um pouco mais frio. Não importa, o fato é que ele sempre vem, fraco ou forte, leve ou intenso, ele vem. Alguns temporais vêm e destroem tudo que aparece pela frente, resultando em problemas visíveis, palpáveis. Desemprego, enfermidades, problemas familiares, separações, desentendimentos.
Mas há aqueles que acontecem dentro de nós. Verdadeiros vulcões em erupção, aquela chama ardente que vai devastando tudo que tem por dentro até transbordar. Ninguém sabe quando essa chama vai aquecer, mas é certo que isso vai acontecer em algum, ou melhor alguns, momentos da vida.
Você procura e não vê. Você pergunta e ninguém responde. Você grita e ninguém escuta. Você quer se esconder, mas tem medo de nunca mais ser achado.
Como explicar isso? Ninguém pode entender. Não existem motivos fortes aparentes. Você tem uma vida aparentemente tranquila, emprego, casamento, amigos, família. Quem vai entender? Não, ninguém pode entender.
Perguntas que pulsam nas veias. Sonhos que piscam diante dos olhos. Medos, inseguranças, insatisfações, incertezas, angústias. A alegria e a esperança massacradas por uma dor que não se sabe a origem. O corpo sofre. O coração sofre, dói. O espírito enfraquece. Uma dor que não tem nome.
Uma vontade de voltar a ser criança, pequena, protegida, de brincar, de se preocupar apenas em se divertir, porque o resto...o resto vem (vinha) gratuitamente.
Não existe resultado sem trabalho. Nem conquista sem luta. O problema é que quando não se sabe o que se quer conquistar, a luta fica sem sentido. Quando se está perdido no caminho, sem saber que rumo tomar, é mais fácil se perder nos atalhos.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

A dolorosa volta ao trabalho!!!!


Hoje eu acordei com um gostinho de final de festa… É a minha última semana de licença maternidade de 15 meses...hihihih... mesmo sabendo que logo, logo eu volto ao ritmo, não consigo evitar a angústia e a sensação de não poder controlar o tempo. Eu adoro trabalhar, ter uma carreira, investir em um lado meu que não envolva somente filhos e coisas da casa, mas é impossível deixar de me sentir dessa forma, como se eu estivesse abrindo mão de alguma coisa. É tudo tão estranho,  me sinto tão perdita, sem rumo...Até semana passada chorava, reclamava pq queria voltar a trabalhar.  Qdo aceito o novo e bom emprego caio aos prantos por imaginar ficar longe do Cadú. Que sensação horrível. O mozi disse que vai me internar...rsrsrs!! Mulher é um caso sério…
Na verdade, penso eu e as pessoas dizem que é mais psicológico do que qualquer outra coisa. Vou sair do trabalho a tempo de ir correndo para a casa da mamis matar a saudade do meu pimpolho...É normal!!!
Eu fico repetindo pra mim que é a ordem natural das coisas, que eu vou chegar em casa cheia de saudades, vou grudar  nele e não desgrudar mais até a hora de dormir. Mas, explica pro nosso coração isso? A gente quer mais é ficar à disposição deles, pronta pra correr até o berço e dar um beijinho fora de hora ou observar um soninho gostoso.
Só que, pelo menos pra mim, a longo prazo esse não é o melhor caminho. Preciso continuar investindo em um futuro legal pra gente, renovando a minha cabeça e diversificando as minhas atividades. Eles crescem, né? E eu não quero jogar no ombro dele a responsabilidade de ter aberto mão de uma profissão “só porque ele era pequeno”. Ele está bem. Aliás, muito bem! E eu também vou ficar, depois que a primeira – e traumática – semana passar. Assim eu espero!!!!
Ai Senhor....Ajuda-me!!!!

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Falta de sorte!!!!!

Depois de tanto tempo sem pegar um cineminha com meu mozi quando resolvemos assistir um filminho escolhemos o dia errado, a hora errada e os filmes errados....Que ódeoooooooooooooo!!!!!
Fui louca para assistir uma comédia e o que nos resta disponível?????????? " O último exorcismo", horrível, ñ entendi nada do filme prá varia e sabe aqueles filmes que acabam de repente sem mais nem menos??? Nossaaa....Muito fraquinho, e depois assistimos "O nosso lar", não sei dizer qual dos dois foi pior...Dá uma briga boa....
Mas tá bom néh...Fazer o quê!!!! Sem contar que tive que sair as pressas do cinema pq o bonitão do meu filhote estava aos prantos na minha mamis querendo mamar....
Espero ter um pouquinho mais de sorte da próxima vez...Valeu poor ter dado ótimas rizadas com meu mozi!!!!

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

A visão que a Luz nos traz!!!

"Quanto mais nos aproximamos da Luz, mais enxergamos nossa sujeira". Ouvi essa mensagem já há algum tempo e confesso que quando a ouvi até achei bonita, mas talvez nunca tenha tido a real dimensão dela como tive ontem,
logo cedo quando acordei e abri todas as janelas da minha casa, para que pudesse ventilar um pouco. Conforme a claridade do dia inundava minha casa via-se claramente como ela está precisando de uma boa limpeza. Afinal, nessa correria em que eu andei essa semana  nem deu tempo de limpá-la direito. E lendo um post do Blog  Mudança, essa mensagem que ouvi há tanto tempo me veio a lembrança. Quanto mais nos aproximamos da Luz mais enxergamos nossa sujeira. Assim como a luz do dia escancarou a poeira da minha casa, a luz de Deus revela a minha própria sujeira.

Resolvi que começaria esse dia me aproximando mais de Deus, buscando-o com mais força. Estou me esforçando pra isso e sei que ainda estou muuuiiitoo longe de chegar onde preciso, mas quanto mais eu sigo nesse objetivo, quanto mais perto chego do coração dEle mais enxergo minhas fraquezas. E isso não é fácil. Conforme a Sua luz irradia meu coração, vai revelando lugares ocultos. Vai mostrando pedras no caminho que precisam ser removidas, a poeira acumulada como que num quarto fechado e que não é usado a muito tempo, manchas como em uma roupa em que foi derramado vinho. Ao mesmo tempo em que isso é maravilhoso, é doloroso. Dói ser confrontado com a verdade, dói olhar pra dentro de si e perceber que não existe nada de bom e dói mais ainda ter que reconhecer as fraquezas, aquelas que niguém vê, que nem a gente mesmo ás vezes se dá conta, mas que estão lá e em algum momento virão a tona.
Quantas vezes buscamos conselhos, orientações de pessoas que achamos que são apropriadas pra isso, mas quando menos esperamos nos damos conta de que elas estão tão atoladas ou até mais que nós mesmos. E quantas vezes nós nos achamos aptos para aconselhar alguém e nos encontramos na mesma situação. Fácil reparar a sujeira no umbigo do outro, difícil é limpar o nosso próprio umbigo. Mais difícil ainda é deixar que alguém o limpe.
Que nesse dia que está apenas começando, nos aproximemos mais da luz, deixando que ela nos mostre os lugares que precisam ser limpos dentro de nós. E que permitamos que essa luz nos guie pelos caminhos que já foram traçados, mas que ainda estão em secreto, porque por mais doloroso que pareça ser, com certeza nos levarão para os lugares mais lindos e que, sozinhos, jamais conseguiríamos chegar.
Desejo um ótimo dia a todos vocês!!!!!!

terça-feira, 14 de setembro de 2010

A necessidade do Deserto!!!!

Hoje, o primeiro blog que li foi o da Ana Paula Valadão e o texto não poderia ser mais lindo. Por isso, registro-o aqui também.


"O deserto, diferentemente do que alguns podem pensar, não é um lugar de solidão, mas, sim, de encontro. É na experiência do deserto que somos levados a nos encontrar com nós mesmos e com Deus. Sem dúvida, é estranho imaginar que não nos conhecemos. Afinal, convivemos com nós mesmos o tempo todo! Contudo, geralmente nos esquecemos de que o nosso coração é extremamente enganoso. Por vezes sem conta, ele nos prega peças, ele nos engana, ele nos ilude, ele nos faz pensar que somos o que não somos e que temos o que não temos.
Muitas pessoas são levadas a imaginar que são boas porque fazem coisas boas. Contudo, o que muitas pessoas podem não perceber é que fazem coisas boas, não por causa dos outros, mas, sim, por causa delas mesmas. Ajudam os outros por egoísmo ou vaidade: ou querem aliviar a consciência de alguma culpa ou desejam ser admiradas pelo que fazem. Outros, por sua vez, podem ajudar por simples motivação política, e, não, porque amam alguém e se importam com o povo.
Por isso a experiência do deserto é fundamental para a caminhada cristã. Enquanto o coração tenta nos esconder de nós mesmos, Deus usa o deserto para nos levar ao encontro daquilo que realmente somos. Percebemos que aquilo que imaginávamos ser não é aquilo que realmente somos. No deserto, nós somos desmascarados e as realidades mais escondidas do nosso coração são trazidas para fora. Aqueles quartos da nossa alma, que durante anos permaneceram fechados e “protegidos” pela escuridão, têm as suas portas abertas e seus segredos revelados.
A ira, outrora oculta, é revelada. A ansiedade, antes guardada na escuridão, vem para fora. A arrogância, que antes se escondia atrás de uma falsa humildade, vêm à tona. O medo, que se ocultava atrás de vestes de coragem, mostra a sua força. A liberalidade, que parecia tão altruísta, mostra-se como fruto do egoísmo. A santidade, que parecia motivada por amor a Deus, revela-se motivada pelo apego ao legalismo. No deserto, as portas do coração são escancaradas e o manso pode revelar-se iracundo; o tranquilo, ansioso; o humilde, arrogante; o corajoso, cheio de medo; o altruísta, egoísta; e o santo, legalista.
Quando o povo de Israel estava para entrar na Terra Prometida, o Senhor lhes falou sobre o deserto como esse lugar de encontro do homem consigo mesmo: “Recordar-te-ás de todo o caminho pelo qual o Senhor, teu Deus, te guiou no deserto estes quarenta anos, para te humilhar, para te provar, para saber o que estava no teu coração, se guardarias ou não os seus mandamentos” (Dt 8.2).
Não era Deus quem precisava conhecer o coração dos israelitas. Deus conhece todas as coisas, inclusive as profundezas do coração do homem. para o deserto. Mas eram os israelitas quem precisavam se conhecer a si mesmos. E por isso, Deus os levou ao deserto! Eles precisavam descobrir quem eles realmente eram! Eles não se conheciam de fato!
Depois de terem saído do Egito, os israelitas fizeram aliança com Deus e proclamaram em alta voz que eram e sempre seriam fiéis e obedientes a Deus. Contudo, a experiência do deserto revelou o contrário acerca desses homens e mulheres. Repetidas vezes, eles mostraram que, no seu coração, eles eram murmuradores, inconstantes e desobedientes. O deserto foi o lugar onde os israelitas puderam saber quem eles realmente eram e o que estava guardado em seus corações.
Por outro lado, o deserto é também o lugar do encontro com Deus. É somente nesse lugar onde as nossas fraquezas são expostas, as nossas forças se acabam, os nossos argumentos cessam, a nossa beleza vai embora, o nosso dinheiro desaparece, os nossos limites são revelados e a nossa humanidade se manifesta; é somente nesse lugar que reconhecemos a nossa necessidade de Deus. E, para a nossa surpresa, os nossos olhos são abertos para percebermos que Deus sempre esteve ali, do nosso lado, aguardando o momento em que buscaríamos por Ele. O deserto é o lugar onde percebemos que Deus está sempre perto e sempre disposto a graciosamente se encontrar conosco."










segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Obrigada Deus

...pela sua fidelidade, mesmo quando eu não sou tão fiel assim, mesmo quando eu não mereço!

"Tua fidelidade é grande

Tua fidelidade, incomparável é
Ninguém é como Tu, Bendito Deus
Grande é tua fidelidade"




Tu sabes e conheces o meu coração e os motivos da minha gratidão!







Obrigada, senhor!

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Conversando com meu Deus!!!!

Deus, eu sei que vc se revela e dá sinais nas pequenas coisas, mas às vezes tudo que eu mais quero é que placas com letras garrafais em vermelho piscante caiam do céu na minha frente indicando o caminho e me dando respostas.

Eu sei que vc fala comigo através de pessoas, emails, livros, pela Sua palavra e outras tantas formas, mas às vezes tudo que eu mais quero é ouvir a sua voz em alto e bom som, inconfundível, me dizendo o que eu preciso ouvir.
Eu sei que vc está comigo todos os dias, em todos os momentos, mas às vezes tudo que eu mais quero é te ver com meus próprios olhos, é te tocar e te sentir, pra que não haja dúvidas no meu coração.
Deus, porque às vezes é tão difícil te perceber? Porque é tão difícil conversar com vc e te contar tudo? Às vezes parece que estou falando sozinha, porque? Porque é tão fácil me distrair com tantas coisas e deixar que essas coisas ocupem o lugar que é seu na minha vida? Porque é tão fácil esquecer de vc quando está tudo bem?
Deus, porque às vezes parece que estou num lugar que eu não conheço, escuro, e eu não sei pra que lado ir?
Deus, porque às vezes meu coração grita desesperado dentro de mim, como agora, e eu não sei o que fazer?
Deus, porque eu vejo suas mãos estendidas pra mim, mas parece que, por mais que eu me estique toda e me esforce, não consigo alcançá-las?
Deus, meu coração está angustiado, apertado, doendo. Eu sei que vc sabe. Mas não é suficiente pra mim. Não está me confortando saber que vc sabe. Eu quero mais. Eu preciso mais do que isso.
Tudo que eu queria agora, era ficar sozinha com vc, desabafar e por pra fora tudo que está preso dentro de mim.
Deus, me ajuda. Eu quero, vc sabe que eu quero, estar mais perto, me relacionar com vc, confiar plenamente, entregar tudo e a mim mesmo por completo. Mas às vezes parece que eu não vou conseguir. Acho que estou tentando com as minhas próprias forças. Sei que assim não vou conseguir. Por isso, Deus, me ajuda, me ensina. Eu não consigo alcançar suas mãos, mas sei que vc pode alcançar as minhas. Me puxa, Senhor. Me arranca desse lugar e me leva pra perto de vc, como uma mãe que pega seu bebê chorando do berço e leva pro seu colo.
Sei que vc ama incondicionalmente, mas às vezes sinto esse amor tão distante. Por que?
Deus, tenho tantas coisas pra fazer na minha vida, tantas atividades a realizar, mas não consigo terminar nenhuma da maneira como gostaria e deveria. Preciso fazer coisas que eu não gosto, gasto tempo com coisas que não me dão prazer e que eu preferia gastar com outras coisas.
Deus eu queria fazer tantas coisas, mas outras obrigações me impedem. Tudo isso me angustia.
Deus, eu passaria o dia inteiro escrevendo pra vc aqui hoje, mas, mais uma vez, minhas obrigações me impedem. Preciso ir, mas vc não precisa, por isso fica comigo hoje, do meu lado. Seja minha companhia no meu dia, nos lugares que eu for. Seja meu conselheiro, meu orientador nas atividades que eu tiver que realizar, nas decisões que eu tiver que tomar, nas respostas que tiver que dar. Seja meu amigo, Deus. Seja meu pai, meu irmão, meu mestre, meu tudo.
Desculpa por tantas perguntas, pelas dúvidas, o medo, a angústia, a falta de fé. Mas pra vc eu posso confessar todas essas coisas. Que bom Senhor! Que bom que vc me aceita mesmo assim. Que bom vc me aceita do jeito que eu sou, com meus defeitos, minhas implicâncias, com tudo que há de mal em mim. Obrigada! Eu não sei o que seria de mim sem vc. Mas mesmo sabendo disso continuo precisando de vc, todos os dias, horas, minutos, segundos. Não saia de perto de mim, Senhor, nem por um segundo. Preciso desesperadamente de vc e quero precisar sempre.
Preciso ir agora, Senhor. Vou parar de escrever, mas quero continuar conversando com vc em todo o tempo deste dia. Me permita te ouvir, te sentir. Sei que vc está e vai continuar comigo e eu quero ficar com vc também. Não me deixe sair de perto de vc. Se por acaso as circunstâncias ou pessoas tentarem me afastar, Senhor, me puxe de volta, tá bom?

Preciso ir agora. Te amo e preciso de vc!

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Obrigada Deus!!!!

"O meu Deus, é um Deus de milagres
Não há limites para o seu poder agir
Realiza o impossível, para Ele nada é tão difícil"
(letra de Ana Paula Valadão)


Deus, cada dia que passa te amo mais. A Tua grandeza e o Teu amor sem fim me atraem para Ti.

Mesmo com meu coração enganoso, mesmo na minha infidelidade, as Tuas misericórdias se renovam todos os dias. E quando estou me distanciando, me esquecendo de Ti, o Teu amor misericordioso se revela de forma milagrosa e direciona os meus olhos para Ti novamente.
Obrigada, Senhor, pelo Teu amor que nunca me abandona.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Socorrooooooo!!

Uma dose de serotonina, pelo amor de Deus!



Gente, o que fazer com esse desânimo que toma conta quando a gente menos espera?
Uma vontade de fazer nada e ao mesmo tempo uma frustração enorme por querer fazer um monte de coisas e não poder.
Coisa de louco isso.....Freud deve explicar.....
Detalhe, hje já é segunda-feira...começou tudo de novo...e do mesmo jeito!!

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Escolhas!!!

O ruim de crescer é isso. Estamos sempre fazendo escolhas. E isso não é uma coisa que escolhemos, é inevitável.

E cada escolha vem acompanhada de sacrifícios e perdas. Dificilmente podemos ter tudo o que queremos, todas as pessoas que amamos, fazer tudo que gostaríamos.
A questão é: quanto estamos dispostos a sacrificar em favor de algo? Quantas coisas podemos renunciar para ter aquilo que queremos, sem que isso traga vazio à nossa vida?
E quando temos certeza de que fizemos a escolha certa, mas ao longo do caminho essa certeza escorre pelos bueiros da rua, e tudo o que nos resta são dúvidas e insatisfação?
E quando a gente não tem certeza de que os sacrifícios de hoje trarão satisfação e felicidade amanhã?
As escolhas são um mistério da vida. Não existe um manual que nos ajude a escolher sempre o caminho ou as pessoas certas. Nossas escolhas podem nos levar ao riso ou às lágrimas e é isso que, gostando ou não, escreverá as páginas da nossa história.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

“As cinco linguagens do amor”

Achei esse texto super fantástico e gostaria de compartilhar!!! Bjuxxxxxx




Segundo o autor do livro "As cinco linguagens do amor", Gary Chapman, as pessoas falam diferentes linguagens com vários dialetos, como nos idiomas.
O primeiro passo é identificar qual a sua linguagem, e em seguida qual a do seu cônjuge. Assim, será possível, tanto expressar amor de forma que a pessoa se sinta amada, como, também, levar seu cônjuge à percepção de qual é a linguagem que faz com que você receba, de forma efetiva, sua expressão de amor.
De fato, as pessoas são muito diferentes na maneira em que mostram seu amor e na maneira em que querem ser amadas. Talvez você seja uma pessoa que se sente amada quando o seu cônjuge comunica o seu amor através de palavras, mas, talvez, o seu parceiro não perceba isto e a maneira em que ele comunica o seu amor e através de ajudá-la em casa ou com os filhos. Se os dois perceberem o que é importante para o outro, isto vai ajudar o casamento.
Emocionalmente todos nós somos como vasos vazios que precisam ser preenchidos com amor, mas somos preenchidos em maneiras diferentes. Para uma pessoa, receber flores e presentes vai preencher a sua necessidade de amor. Para outra pessoa, intimidade física significa que ele amado.
No casamento é que descobrimos quantas são as diferenças entre o casal, várias discussões ocorrem devido a citações tão pequenas, mas que, para o outro é algo muito grande. Exemplos: fios de cabelo na pia do banheiro e respingos brancos da pasta de dente estarão no espelho; o lado de colocar o papel higiênico: se a folha deve ser puxada por baixo ou por cima. É um mundo onde os sapatos não andam até o guarda-roupa e as gavetas não fecham sozinhas; os casacos não gostam de cabides e pés de meia somem quando vão para a máquina de lavar. Com isso, um olhar pode machucar, uma palavra pode quebrar. “Amantes podem tornar-se inimigos e o casamento, um campo de batalha sem trégua”.
Na realidade, os nossos sentimentos mudam. Quando namorávamos era de um jeito, jamais reparamos certas coisas e quando casamos tudo se torna visível ao nosso redor. Começamos a ver coisas no nosso cônjuge que nos irritam, e não estamos dispostos a fazer tudo que ele quer. Pelo contrario, é difícil agradar ao outro quando não queremos e quando não estamos dispostos a isso.

Você já descobriu sua linguagem do amor? E a linguagem da pessoa a quem você ama?

As cinco linguagens são:

•Palavras de Afirmação: são sentenças expressas em: elogios verbais como, "a janta estava ótima", afirmações, (ex: acho que você faz isso muito bem), e incentivos como "vai dar tudo certo";

• Palavras bondosas, humildes;

• Atenção e consideração a pessoa amada.

•Qualidade de Tempo: é a dedicação de um tempo exclusivo, ainda que pequeno. As expressões ou dialetos podem ser: conversas de qualidade, passeios, assistirem tv juntos, etc;

• Não importa o que se faz, mas com quem se faz – a atividade é de importância secundária

• Como: a) olhar nos olhos; b) não faça outra coisa; c) escute o sentimento; d)observe a linguagem corporal; e) recuse interrupções

• Observe seus sentimentos para poder falar sobre isto;

• Selecione 3 situações do seu dia e fale sobre isto, especialmente, de seus sentimentos;

• Programar atividades juntos.



•Presentes: o que menos importa é o valor financeiro. Pode ser: colher uma flor, comprar uma pizza, dar uma jóia.

Lembrou de mim – pensou em mim!



•Gestos de Serviços: aqui o que você faz fala mais alto do que qualquer palavra. Dialetos:lavar a louça, consertar a fechadura, levar o lixo pra fora, etc;

Pedidos direcionam o amor, cobranças o impedem.



•Toque Físico: o importante é saber quando, como e onde tocar a pessoa. Ex: beijos, abraços, cutucão com o cotovelo, por a mão no ombro, relações sexuais, etc;

• Tocar nas mãos em momentos difíceis;

• Abraços e aconchego em momentos importantes.

Todos têm uma linguagem principal, e ainda que você diga "eu te amo" nas outras quatro linguagens seu cônjuge continuará sentindo apenas sua indiferença. O importante é usar a linguagem correta constantemente e se aperfeiçoar em conhecer dia a dia todas as formas, ou, dialetos pelos quais sua expressão é entendida da forma mais efetiva. Experimente: o amor é incrível e os resultados ainda mais!

segunda-feira, 26 de julho de 2010

PORQUE NOS DECEPCIONAMOS TANTO COM AS PESSOAS!!!!!!!!!!!!


Esperamos demais das pessoas. Somos indulgentes e tolerantes de menos. E pior, não aprendemos com certas experiências. Continuamos a nos decepcionar. Uma, duas, três, dez vezes…

Notem que eu falo ‘continuamos a nos decepcionar’, ao invés de dizer ‘continuam a nos decepcionar’. Sim, porque a decepção não vem de outro lugar senão de nós mesmos. Explico, em tempo: quando nos decepcionamos é porque esperávamos receber um tratamento diferente da outra pessoa e isso não ocorre. Então, a frustração não é pela atitude, mas sim pela expectativa criada por nós sobre como os fatos deveriam acontecer. A atitude é do outro, a frustração é minha. Simples assim.
Apesar do gosto amargo que ainda fica na boca, depois de – mais uma, diga-se de passagem – decepção, descobri uma coisa interessante na conversa com meu travesseiro durante essa noite. Fiz a técnica do “porque” (escrevi assim mesmo, mas cada qual sabe se seus porquês são juntos ou separados, se são perguntas ou afirmações ou ainda explicações…). Comecei a ponderar sobre o motivo de eu estar triste.
Descobri que era porque eu havia tido uma decepção. Essa decepção veio da frustração de uma expectativa. A expectativa? Da crença de que naquela situação eu merecia um tratamento diferenciado.
Bingo! Só estava frustrada pois acreditava que eu merecia mais. Que eu merecia mais consideração, respeito, educação, carinho. Ponderei mais um pouquinho. Realmente, eu não só merecia como continuo merecendo. Ponto final.
Agora, se os outros vão me tratar do jeito que eu mereço, aí já é outro capítulo da história que se inicia. Do outro não se sabe. Sobre o outro não há controle. As ações dele são de sua inteira responsabilidade. Assim como as conseqüências delas.
A mim, acho que cabe continuar sentindo o gosto amargo da decepção, vez ou outra… afinal, não pretendo me conformar em receber ‘qualquer coisa’ nem da vida nem das pessoas. E tentar dar o melhor sempre, para não purgar a boca dos que comigo convivem com aquele gosto amargo, embora isso nem sempre seja possível, assim como não é possível controlar as intempéries que se abatem sobre a terra.
Frustrado o que queria chuva quando veio o sol. Decepcionado o que orou pelo sol enquanto as águas alagavam casas… assim também são as coisas com nós. Há coisas incontroláveis e a decepção só nos pode apontar para um aprendizado: que cada ser é único e não podemos controlar o desejo do outro. Mas ter consciência de como se deseja ser tratado já é um grande começo.
E quando as coisas não são como imaginávamos… vamos colocando a balinha de tolerância na boca para disfarçar o gostinho da decepção, abrindo um sorriso e seguindo em frente, prontos para degustar novos sabores, amargos, doces, ácidos…

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Viver ou interpretar a vida ?????????

Não tenho medo de perguntas. Respondo o que vier. E com a maior sinceridade do mundo, o que às vezes é um pecado. Mas não é que apareceu uma pergunta que me pegou de jeito?

Demorei tanto para respondê-la e depois disso feito precisei refletir muito mais para me entender.
(Ô menina que gosta de pensar...)
Mas eis que a pergunta era:
Você se vê mais como:

- Uma pessoa que vive a vida...

- ...ou uma pessoa que interpreta a vida?

Difícil não?
Ou fácil?
De repente achei difícil respondê-la pela resposta que encontrei.
A questão é:
Viver a vida sem pensar nela pode ser simplesmente estar viva por estar viva. Não parar para pensar em suas atitudes, não crescer como ser humano. Estagnar. Continuar insistindo nos mesmos erros, e até nos mesmos acertos. Simplesmente ficar.... Opção essa que não acho nada interessante.
Por outro lado, somente interpretar a vida é não vivê-la. Pensar demais, buscar ser sempre correta e principalmente, se preocupar demais com o bem do próximo, em fazer o melhor para todos, é deixar de aproveitar cada segundo que a vida te dá de presente.
Porque sim, cada segundo é valioso. Se assim você quiser enxergar, você vê beleza em tudo. Em cada simples momento.
É preciso encontrar um equilíbrio.
Quem ainda não parou para pensar nisso, eis a chance...
E foi agora, escrevendo esse texto que descobri o que foi que me incomodou nessa pergunta. Em nenhum momento dela se usa a palavra “mais”: “uma pessoa que vive a vida mais do que a interpreta, ou vice-versa. Ou seja, não é uma pergunta determinante, objetiva e pensando nela dessa forma, causou-me assim certo desconforto e tristeza. Mas ela é uma pergunta, e não só uma pergunta, mas uma reflexão, e até mesmo uma forma de viver, de enxergar a vida, que pode ter complementos.
Eu fiz os meus.
E depois, cheguei ao equilíbrio: interpretar a vida tanto quanto vivê-la.
Acredito que não deva ser fácil chegar a ele, quando se vive a vida de uma forma ou de outra.
Por isso que para mim, escrever é como uma terapia. Encontro respostas. Para buscar outras perguntas. E agora, ao chegar a esse equilíbrio, terei que pensar se ele é que quero. Pois na minha vida real, terei que aprender a colocá-lo em prática, sendo que minha resposta foi:
Ainda sou uma pessoa que interpreta a vida muito mais do que a vive.
O fato de estar aqui, escrevendo constantemente sobre ela, é uma prova viva disso. Eu penso demais, e vivo muito, mas de repente nem metade do que eu viveria se não pensasse demais.
Mas será que eu gostaria?
Vou pensar...
E de repente ir atrás do “tanto quanto”...
E você, está agora me interpretando ou simplesmente já está pensando na próxima tarefa que precisa realizar ou na viagem que precisa planejar?
Pronto. Pergunta respondida.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Uma copa, várias lições....

Já vi um monte de blogs falando sobre copa, mas eu mesma não me interessei em falar. Hoje, por incrível que pareça, dia da derrota do Brasil, me deu vontade de comentar sobre ela… E foi exatamente por causa da derrota.
É interessante como às vezes a gente aprende mais com os fracassos do que com as vitórias. Eu pelo menos aprendi hoje. Não sou o que se pode chamar de grande fã de esportes, mas em tempos de Olimpíadas e especialmente Copa do Mundo, mesmo não gostando de esportes, é claro que eu vou torcer pelo meu país. Ainda que muitas vezes não entenda nada daquele esporte, ou, no caso do futebol, ainda fique em dúvida — às vezes — de quando é escanteio (embora hoje já saiba bem mais que antes, graças ao marido kkkk).
Só que, apesar de torcer pelo Brasil, creio que todos temos que ser humildes. Quando se fala de futebol, a gente sabe que não é só o Brasil que é bom. Temos Alemanha, Argentina, Itália, França, e, claro, Holanda. Todos esses times, embora alguns tenham deixado a copa da África mais cedo, são bons. Não é só o Brasil que sabe driblar, não é só o Brasil que pode ganhar. Todo mundo pode, e isso deve gerar respeito por todas as equipes, e não uma confiança exacerbada que, creio eu, na minha ignorância de quem não entende quase nada do assunto, fez com que o Brasil ficasse mais descuidado no segundo tempo do jogo de hoje. Talvez achassem que já estavam com a partida ganha. E nós também fazemos isso. Por isso, a necessidade de aprender a reconhecer: não somos os únicos bons. E isso vale pra todas as áreas da vida.


Outra coisa: como disse Galvão Bueno (é, às vezes ele fala coisas boas hehehe), foi só mais um jogo de futebol. Podem achar que, por mal ter acabado o jogo e eu ter vindo escrever isso aqui, sou fria e nem me importo com a derrota. Pura mentira. Estou até mais chateada do que gostaria. Foi meu país ali, triste, envergonhado, poxa vida! Eu queria comemorar, mas nem ânimo pra almoçar fora tenho mais. Mas a vida continua, e continuaria mesmo que o Brasil ganhasse. Fato. A gente precisa se aprender que há coisas bem mais importantes com as quais se preocupar. Contas a pagar, relacionamentos, família, saúde, trabalho, lazer, Deus… Como está meu relacionamento com meu esposo? Como estou trabalhando, estou dando meu melhor? Será que estou tirando tempo pra descansar? E Deus, em que lugar o coloco no meu viver? Essas sim são questões verdadeiramente importantes, e a forma como lidamos com ela influenciará nossa vida agora e no futuro. Esses dilemas permanecem, com ou sem Brasil na copa…
A vida continua. Tem gente aí morrendo por causa de enchentes. A crise econômica ainda persiste em muitos lugares. As eleições vêm aí. Vão ser escolhidos governantes cujas decisões e atitudes, essas sim, terão o poder de mudar nossa vida, diferente de um jogo. Você se lembra disso?
Longe de querer irritar alguém que agora se sente arrasado, decepcionado, meu objetivo é fazer pensar (como sempre digo, vejam o nome do blog). Não só os outros, mas eu, antes de qualquer um. Ainda estou triste, mas isso passa. Haverá outras copas. Poderemos torcer novamente. E, quem sabe, ver o Brasil dar um show.


NÃO POR MUITO TEMPO! 2014 VEM AÍ. NA NOSSA

CASA! #BRA 2014. A ESPERANÇA DO HEXA

CONTINUA…

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Alguém me ajuda pleaseeeeeeeeeee!!!!

Tenho q começar o desmame com meu Caduzinho.

Preciso de dicas, ideias e "formulas" que me auxiliem nesse processo.
Só estou tentando desmama-lo, por q ele mama muito de madrugada e isso esta me esgotando muito, se conseguisse faze-lo dormir a noite toda, não iria desmama-lo.
E alem disso tudo, ele nao toma leite na mamadeira, ja tentei d tudoooooooo, e continuo tentando. Quem puder me ajudar, ficarei muitooo grata.
Estou sofrendo muitoooooooo só d pensar q ele nao vai mais mamar . Quando pergunto se ele quer um mamazinho?
ele da o sorriso mais lindo do mundo e ja pede colinho... um fofooooooooo
mas ele ta cheiooo das manias...rsrs...levanta minha blusa na frente d qualquer um...rsrsrsr e quando ta com sono, fica encostado no meu peito bem quietinho ate dormir.nem mama fica só cheirando e fazendo carinho na mamae.... eu amooooooooo, é como se estivesse dentro da minha barriga novamente.
Deixei ele dormir dois dias com a minha mãe p/ ver se facilita, até q ele dormiu lega, o problema é que meu leite encheu muito, empedrou, e ñ tô aguentando de dor. Tô com muita febre, dor no corpo ñ consigo nem me mexer direito! Aí não aguentei, acabei dando mamá hoje pela manhã...Nossa que alívio!!
Ser mãe é tãooo maravilhoso e tão dificil ao mesmo tempo...
Ele ta todo sabido, ve um auau (cachorro) em todo lugar
Eu canto a música da barata e ele canta junto, uma graça só!!
Estamos cada vez mais grudadinhos um no outro e me corta o coração quando o vejo me procurando e eu tendo q ficar me escondendo prá ele não chorar...Que fase difícil, não pensei que seria tão doloroso em todos os sentidos tirá-lo do peito!
Cada dia me apaixono mais por ele, meu principe amado!!! Tá difícil mas eu vou conseguir...Todo mundo consegue néh!!! Mas é duro d+++!!!! Acho que ainda ñ estou preparada psicologicamente!!!!

Bjuxxxxxxxxxx

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Arriscar é necessário!!!!


Se a vida é mesmo um ciclo, algumas coisas sempre voltam e se repetem. Novas tentativas são sempre frustrantes, se a vida é mesmo um ciclo. Os erros do passado são novamente cometidos, sucessivamente. E aí alguém me pergunta: tens medo de sofrer por isso, mais uma vez? Eu respondo apenas: não, sou a favor do risco. E sou mesmo! Porque por mais que continuemos topando nas mesmas pedras, tudo bem! Com pedras construo meu castelo. Não para me proteger, mas para ter onde criar um jardim. Meu jardim morada. Não, não... não posso acreditar que a vida seja apenas um ciclo, feito roda-gigante ou mesmo, um pouco mais abrangente, uma montanha-russa, cheia de altos e baixos; afinal ambos sempre, sempre e sempre regressam ao mesmo ponto e percorrem o mesmo trajeto. A vida é, indubitavelmente, mais do que isso. É constituída de tentativas, muitas e muitas! Pois, é certo, ora o resultado é um, ora é outro completamente oposto (ou não). Eu sei que quero tentar quantas vezes forem necessárias. Perseverar é fundamental! E se, ainda assim, não obtiver o resultado desejado, que seja! Erros existem para serem cometidos! O verdadeiro aprendizado vem daí. Então, sim! Aceito tentar mais uma vez e não me preocupo com o desfecho de tudo. Arrependimentos são para os fracos. Eu aceito o risco sempre que vale a pena; mesmo quando o final é incerto.

terça-feira, 22 de junho de 2010

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Obrigada por você existir!!!

Deus é tão maravilhoso comigo, que quando paro para pensar as coisas que Ele me reservou...até me questiono se mereço tanto!!!

O post de hoje é especialmente para homenagear o homem mais maravilhoso,  sincero e carinhoso do mundo, o meu amado marido!!!
Quero que você saiba amor que seu apoio, carinho, compreensão e muitas vezes paciência tem sido fundamental! Sei que mudei muito principalmente depois da maternidade!!! E você sempre paciente me confortando com palavras lindas de apoio!!!
Lembra dessa foto aí em cima?? Foi o dia onde tudo se concretizou entre a gente! Quando vc finalmente veio prá mim!!! Nossaaa!!! Nunca imaginei que isso fosse acontecer e desde então não nos desgrudamos mais!!!! Nem tudo são flores, lógico, muita coisa muda com o tempo, vem as dificuldades, as lutas, muitas vezes dá vontade de desistir, mas sempre lá estamos nós, tentando tudo de novoo!!! Não deixando a petaca cair!!!!

Obrigada meu amor pelo privilégio de poder fazer parte da sua vida! Obrigada por estar sempre ao meu lado, por fazer parte da minha história que agora é nossa e por ter me dado a família que eu tanto sonhei!!!! Você me completa a cada dia, a cada instante e tem me ensinado a ser melhor.( o q ñ tem sido fácil...rsrsrs).  Amo você, amo seu jeito de me fazer sorrir, vc me faz muito bem. Com você, a vida fica mais colorida, tudo tem outro sentido, tudo fica mais bonito! Quero dividir com você todos os dias da minha vida e a cada dia te amar mais e mais! Obrigada por  tudo que tem feito por mim, por nós, pela nossa família!!!
Quero estar sempre ao seu lado te fazendo o homem mais feliz desse mundo!!!

TE AMO PRÁ SEMPRE!!!!!!!!!!!!!!!!

Sua, sempre sua....

Anninha!!!

quarta-feira, 2 de junho de 2010

01 Aninho do nosso anjo Carlos Eduardo!! Nosso Duduzinho!!

Se me dissessem que hoje estaria aqui nostálgica feliz emocionada por recordar o dia mais feliz da minha vida...
Eu simplesmente duvidava da felicidade que é possível sentir!
Domingo dia 06  faz um ano que o meu filho nasceu...
Faz um ano que renasci muito melhor do que era...
Faz um ano que me tornei mamaaa como ele diz...
Faz um ano que sou verdadeiramente realizada, feliz e completa...
Faz um ano que me sinto bem com a minha nova responsabilidade...
Faz um ano que choro quando vejo uma criança sofrendo, não por antes não chorar ou emocionar,  mas sim por pensar e sentir "e se fosse contigo meu filho"
Por mais que imaginamos,  nunca conseguimos alcançar em pensamentos o verdadeiro sentido da palavra mãe e filho e a partir do momento que nos dizem "olhe é o seu filho" tudo muda, tudo tem outro sentido, outro sabor, outra cor, muda tudo para melhor é claro...
Vêm os sustos e as alegrias, apertos no peito quando eles dormem pouco e choram muito, mais apertos quando dormem muito e choram pouco, podem estar no mais justo dos sonos, a tranqüilidade estampada no rosto, mas o nosso coração dispara e grita "porque que ele não chora?" "Porque que ele não acorda"??? Aiiii ele está bem??? Não stresse Anna...
E lá vamos nós todas correndo encostar o rosto no seu pequeno e perfeito narizinho pra ver se está a respirando...
Suspiramos de alivio, damos um beijinho e ficamos tranqüilas mais uns minutos! Ser mãe é muito muito bom, mas muito muito desgastante para o nosso coração pois aquele pequenino ser depende de nós para tudo.. TUDO MESMO....
Se não o alimentarmos ele passa fome, se não o mudarmos ele fica desconfortável, terá sede, terá fome, terá dores????
Fazemos o que podemos e até o que pensamos não poder para vê-los  sorrir, confortáveis e felizes e eles coitadinhos vêm-nos como o seu anjo protetor façamos bem ou mal somos as maiores para eles.
Logo, logo eles aprendem a demonstrar o seu sentimento e fazem aquelas coisas que nos deixam derretidas...
Quando num momento de desespero levam uma palmada na fralda e um olhar arregalado e começa a dizer entre soluços e choro "mamam" há quem resista???
E depois ainda nos agarram o pescoço e deitam a cabecinha no nosso ombro como que a pedir desculpa há quem não se arrependa????
Será que fez mesmo de maldade, é tão pequenino ainda não percebe, e pronto o pequeno anjinho está perdoado instantaneamente pelo nosso coração de mãe arrebatado de amor por este lindo ser que é o nosso filho!
1 ano de um filho equivale a tanta mas tanta alegria sincera e sem medida...
A primeira vez que o vemos, a primeira vez que lhe oferecemos o nosso peito, o primeiro sorriso, a primeira palavra, a primeira tentativa de dizer algo em concreto, as primeiras papas, o primeiro acenar, o primeiro esticar de braços para alguém, a formação da sua própria personalidade, a primeira vez que engatinha, as primeiras palavras, os primeiros dentinhos os primeiros passos...
É simplesmente o primeiro aniversário e a primeira vez de muita muita muita coisa mesmo!
O meu pequeno anjinho faz um ano, ainda ontem chorava por noites e noites (ainda chora rsrs), e hoje brinca com a sua bolinha e dança ao som das suas musicas preferidas...
O que me alegra é que entraremos agora no 2º ano e como este, sei que me esperam ainda muitas primeiras vezes, é bom vê-lo crescer tão bem, mas dói tanto sentir que está cada vez mais próximo o desabrochar desta minha flor, que mais rápido até do que imagino ele vai entrar pela minha porta e me apresentar  a sua namorada...
Mas é assim que é a vida, somos as suas progenitoras e apenas queremos o melhor para eles e o melhor é deixá-los crescer ao seu ritmo e embora ele tenha nascido de mim... ele não é minha propriedade.. é da sua própria vida tem o seu próprio caminho!
E assim desabafo um pouquinho do que sinato neste dia tão nostálgico....
A minha vida e os meus sentimentos neste ano....
Amo-te muito meu pequenino e tenha você 1 ou 100 anos a mamãe vai te amar muito, muito e estará sempre aqui para te apoiar em cada decisão que tomares, em cada momento que precises.
Tantas vezes sonhei ser mãe e nunca pensei que ser tua mãe fosse tão, mais tão melhor do que um dia imaginei....
Só espero ser sempre a tua mamãe preferida, que eu consiga te fazer sempre feliz e que um dia fale em mim com orgulho, amor e ternura e que compreendas que tudo que um dia fiz e farei será sempre pensando no melhor para ti!

PAPAI E MAMÃE TE AMA MUITO MEU AMOR, PARABÉNS PELO PRIMEIRO ANINHO DA TUA MARAVILHOSA VIDA. QUE DEUS TE ABENÇOE SEMPRE, TE PROTEJA E ESTEJA SEMPRE AO SEU LADO!!!

QUE VOCÊ SEJA MUITO , MAISS MUITO FELIZ... MEU... FILHO!

VC NOS FAZ MUITO FELIZ!

terça-feira, 1 de junho de 2010

Sinto-me cansada!!!

Todas nós sabemos que a rotina de uma mãe não é fácil, afinal, exercer inúmeros “papéis” em um só dia, requer esforço físico e mental.

E para quem dúvida disso, responda, se você alguma vez já não viu uma mãe ser um pouco...
...MALABARISTA, afinal equilibrar objetos em uma mão e segurar um bebê que mais parece um “polvo” com seus inúmeros tentáculos no outro braço, requer no mínimo, muita calma e atenção;
....PALHAÇA, fazer caretas, cantarolar músicas infantis, dançar e inventar gracinhas fazem parte do repertório de uma mãe ansiosa para fazer seu filho comer bem ou para fazê-lo tomar um banho sem reclamar;
....MÉDICA, sim, essas mulheres são capazes de examinar gargantas, ouvidos e o que for preciso para descobrir alguma enfermidade no seu bem mais precioso;
Também estão inclusas no “currículo materno” algumas habilidades como as de PSICOLOGA, PROFESSORA, AMIGA, entre outras...
Todos esses papéis, muitas vezes, ainda precisam ser conciliados com as tarefas de uma dona de casa ou com a rotina frenética de uma mãe que estuda ou trabalha fora!
E depois de tanta “polivalência” o que nos resta no final do dia é um enorme CANSAÇO, que muitas vezes não poderá ser sanado como uma noite INTEIRINHA de sono como os demais mortais. E já que não podemos nos livrar deste cansaço, talvez por alguns anos, a solução mais sensata é aprender a CONVIVER com ele, não acham???
E qual a melhor maneira de viver em PAZ com tanto cansaço acumulado???
A resposta não é assim tão fácil, então reuni algumas “dicas preciosas” que consegui coletar, ao longo desses 12 meses no meu papel de mãe.
• Por maior que seja seu cansaço, não PENSE nisso o dia todo, isso só vai te fazer se sentir ainda mais cansada;
• Toda AJUDA é bem vinda, mas se você não pode contar com ninguém, não fique “martelando” que fulana ou ciclana poderia te dar essa ajuda, isso pode te gerar uma revolta interna, o que só fará mal a você mesma.
• Quando seu bebê tirar aquela sonequinha, procure descansar. Durma um pouco, tome um banho revigorante ou faça alguma coisa que te agrade, mas NUNCA deixe para FAZER AS COISAS CHATAS nessas horinhas sagradas. Tente, de alguma forma, fazer esse tipo de coisa, quando seu bebê estiver acordado.
• DURMA MAIS CEDO do que você costumava dormir antes de ter um filho, afinal 90% dos bebês e crianças acordam muito cedo e você precisa descansar para acompanhar seu ritimo.

E LEMBRE-SE:

SER MÃE É PADECER NO PARAÍSO!!!!!!!!!!!!!

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Decepção!!!!


Estive pensando muito na palavra “decepção”, ou no sentimento de “decepcionar-se”. Refleti que quando isso acontece, quando nos decepcionamos com uma pessoa, passamos a julgá-la. Contamos seus feitos para todo mundo como forma de nos fortalecer, de ouvir “Você é mais forte que isso” ou “Você não merecia isso.” E passamos a praticamente guardar “aquela” mágoa com a maior razão. Isso prejudica a quem? A nós mesmos.
Por isso, tentei pensar nesse sentimento por outro ângulo. Já parou para pensar que alguém te decepciona porque você deixa? Porque você espera, cria expectativa além do que essa pessoa pode te dar? Quero dizer que através da nossa idealização de “pessoa perfeita” colocamos nossos desejos, anseios, vontades e necessidades nesse ser idealizado, praticamente um personagem de novela que precisa seguir nosso roteiro. Já pensaram nisso?
E assim nos decepcionamos, pois estas pessoas não são personagens de novela, são reais, seguirão seu próprio roteiro de vida e estarão sempre sujeitas a nos decepcionar, se insistirmos em colocarmos as nossas expectativas nelas. Elas, que por sua vez, colocam as suas expectativas em nós. E é ai que tudo se embola no meio do campo...
E para colocar mais lenha na fogueira: será que as pessoas realmente nos decepcionam? Será que não sabíamos desde o início o que nos esperava e mesmo assim pagamos para ver? E quando acontece a “dita decepção” ainda temos o direito de culpar,julgar, chamar de tudo aquilo que sabíamos que a pessoa era e que mesmo sabendo pagamos para ver?
O medo, a insegurança ás vezes podem ser coisa da nossa cabeça. Podem sim. Mas muitas vezes esses sentimentos vem desse lugar: do lugar de onde se conhece quem está do seu lado e o que se pode esperar dela. Sabendo do que ela é capaz, surge ciúmes, possessão e e até mesmo surtos incontroláveis. Mas vem cá? Você não sabia que isso podia acontecer? É muito mais fácil colocar a culpa no outro e sair de santa...não é?
Então o importante antes de tudo, é conhecer as limitações de quem está ao nosso lado, dessa forma, sabemos que não podemos esperar mais do que pode nos dar. Não falo em comodidade, falo em equilíbrio e paciência, e principalmente CONSCIÊNCIA.
Verdade absoluta: qualquer um pode nos decepcionar. Outra verdade absoluta: Também decepcionamos, pois nunca iremos cumprir as expectativas de tudo e todos. Vamos aceitar isso sem nos sentirmos vítimas nem culpados.
A partir de hoje, podemos tentar pensar: E se não criássemos expectativas? Se vivêssemos sem esperar nada? Se esperássemos menos para nós mesmos sempre sabendo do que somos merecedoras? Quem sabe não é mais fácil de não se decepcionar? Quem tem o maior poder sobre você? Você mesmo.
Mas pensei em todas essas possibilidades não por sabedoria, nem por praticá-las diariamente, mas pela busca de ambas. Por que? Porque decepcionar-se é sentir nosso coração dilacerado.
Então, quando pensei em em mudar o ângulo das possibilidades, foi nada mais nada menos que uma tentativa de curar as minhas decepções.
Confissao: não consegui.
Chegando ao final do texto, me sinto decepcionada: a teoria que tentei “pregar” agora no momento da dor não serve para nada. Decepção é decepção, não esperada, que invade através de uma dor inexplicável. E não vai mudar.
É minha gente, hoje acabo esse texto frustrada, não conseguindo fazer desse sentimento algo mais ameno e suportável...
Não é sempre que consigo.
E dessa vez acho que sei porque não consegui...
Existem decepções doendo dentro de mim.
Por favor, não sigam meu exemplo.
Quem sabe voltemos ao início do texto?
Quem sabe ao voltarmos novamente ao final podemos estar com outra conclusão?
É..a vida é um exercício.
E estamos todos juntos nela...!

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Casamento em crise?????? Prova de fogo!!!

Embora o filme se trate de um casal em crise recomendo fortemente esse filme para qualquer casal, em crise ou não. O filme conta a história de Caleb, um capitão do corpo de bombeiros que está enfrentando o maior incêndio de todos: a ruína de seu casamento.

Se esse é o seu caso, este filme vai te emocionar e trazer uma boa visão sobre muitas coisas que acontecem num casamento que começa a entrar em crise. Depois de muitas discussões, brigas, acusações, o casal começa a perder a adminiração um pelo outro e o respeito começa a ruir. A esposa de Caleb, Catherine, se cansa do marido e decide pedir o divórcio. A pedido de seu pai, Caleb prorroga o início do divórcio durante 40 dias, pois seu pai lhe entrega um livro que o fará realizar 40 tarefas, uma por dia.
O livro O Desafio de Amar  traz 40 desafios diários que devem ser executados ao longo da leitura. Para Caleb, típica pessoa que se faz de vítima, realizar as tarefas é algo extremamente complicado, pois exige que ele saia da sua zona de conforto e mude muitos hábitos. A partir da realização das tarefas Caleb começa a notar a mudança em si mesmo e então adquire a consciência do que realmente é o amor. Aos poucos Catherine vai percebendo que o amor não pode ser deixado para trás e o resto do filme você deve assistir.
Existe uma versão dublada que foi colocada no YouTube , ou então você pode alugar ou comprar o filme.
Dos aprendizados que esse filme traz, com certeza o amor incondicional é um deles. Amar é uma escolha. Outro grande aprendizado que o filme me trouxe é novamente sobre os hábitos e como eles definem o que somos. Promover mudanças em nossos hábitos é algo que requer muita vontade e dedicação, mas é algo que pode aproximar você do seu verdadeiro EU ao eliminar maus hábitos.
No filme também é fácil notar que, assim como muitos de nós, os personagens ficam esperando que o outro mude. Isso causa muita insatisfação e leva a troca de acusações, pois o outro não mudará só porque você quer. Ele precisa ter a necessidade e a consciência de que precisa mudar., e aí quando promovemos a mudança em nós mesmos a transformação do outro vem com o tempo.


" Ninguém muda ninguém. As pessoas mudam apenas quando entendem e sentem a necessidade de mudar."


Veja o trailer do filme:


 

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante

Sempre achei essa música bárbara. Acho que porque, me sinto, de certa forma, definida, expressada. São palavras que me cabem, que me encontram, que me expressam.
Porque eu sou assim. Meio assim, assim. Meio de um lado e de outro. Cá e lá. Meio cada dia um dia, cada dia uma vida. Sempre mudando, a cada momento mirando a vida por um prisma diferente.
E eu adoro ser assim. Faz parte do meu entusiasmo pela vida. Descobrir cores diferentes a cada olhar. Porque quem ama a vida ama a amplitude, o infinito, a descoberta. Ama o diferente, por mais que assuste. Ama a mudança, o desconhecido. Teme, mas ama. Porque temer é humano. Mas amar também. Graças a deus.
Pra mim, é necessário como o ar que respiro. É o que me alimenta, o que me sustenta, o que me suporta. A possibilidade da mudança. A delícia de estar constantemente se renovando, se descobrindo, se reavaliando. Sem esse respiro, eu poderia ser deixada de lado. Para encostar e desistir.
Mudar de idéia é um dos meus passatempos favoritos. Eu penso, repenso, questiono, me reviro toda. E logo estou pensando o que não pensava. E daqui a pouco já vou pensar outra coisa. Porque eu não paro nunca.
E como é bom. Não parar. A sutileza de cada passo deixando sua marca. E me fazendo sempre diferente.

Tudo, menos ter 'aquela velha opinião formada sobre tudo'.

E assim que é pra mim.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Por que se incomodar se não vale a pena?

Sabe quando você vai deitar pra dormir, e antes de pegar no sono, pensa em mil e uma coisas? Pois é, ontem isso aconteceu comigo. Comecei a pensar como eu, uma mulher de 30 anos, casada, independente, dona do meu nariz, ainda fico me incomodando com certas coisas que não valem a pena. Exemplos:


1.O que os outros pensam: como se eles pagassem as minhas contas! Pra que se importar com o que os outros pensam? São eles que vivem minha vida? São eles que estão dentro de mim, sabendo o que penso ou o que sinto? Não! Mas ainda me importo


2.Em agradar a todos: como se fosse possível! Ninguém, nem Jesus, conseguiu agradar a todos. E se Ele, que é perfeito, não conseguiu, não sou eu que devo esperar atingir essa “façanha”. Mas muitas vezes, eu sinto necessidade de falar certas coisas pra alguém que me chateou de alguma forma, e não tenho coragem, porque não quero desagradá-lo(a). Mas ele(a) não pensou duas vezes antes de me desagradar, certo?


3.Pessoas que se dizem minhas amigas, mas que não se esforçam por demonstrar isso: como se valesse a pena! Responder email, recados, coisas simples, sabe? Eu nem peço muito…


Eu não tenho mais idade pra me encucar com essas coisinhas de adolescente não! Perdoem os que estiverem lendo esse texto, mas eu já passei dessa fase. Como disse Chandler, num episódio de Friends: “Y’know what? We’re not sad, we’re not sad, we’re just not 21 anymore. Y’know? I’m 29 years old, damnit! And I want to sit in a comfortable chair, and watch television and go to bed at a reasonable hour!” (Sabe de uma coisa? Nós não somos tristes, não somos tristes, nós apenas não temos mais 21 anos. Sabe? Eu tenho 29 anos, droga! E eu quero sentar numa cadeira confortável, e ver tv e dormir numa hora razoável!)
É assim que me sinto. Sou adulta, não tenho tempo pra chatices de criança. Digo pra mim mesma e pra quem quer que enfrente esse tipo de problema: não podemos agradar a todos, não podemos gostar de todos, muitos não vão gostar da gente ou ser nossos amigos, não somos perfeitos e nem podemos mais nos incomodar com bobagens. Temos mais é que curtir a vida do nosso jeito, sem perder o sono por questões imbecis. Deixa isso pra audiência de Gossip Girl…


terça-feira, 18 de maio de 2010

O resgate do amor – é possível?

Nunca é por acaso que alguém perde interesse no cônjuge. Sempre existe um motivo para essa perda, e talvez a melhor coisa que você possa fazer seja ajudar a quem perdeu o interesse a descobrir o verdadeiro motivo. Geralmente, quando alguém perde o interesse no cônjuge, pensa que isso possa estar acontecendo em razão de algum defeito ou deficiência do outro, como problemas com a aparência física, problemas de relacionamento ou outro qualquer. E quanto mais pensa nessas coisas, mais o amor se vai…
Mas talvez seja bom saber que, em muitos casos, o tal desinteresse possa estar acontecendo por falta de compreensão da dinâmica do sentimento na relação conjugal. Dentro do casamento o sentimento nunca vai ser igual àquele que você teve nos primeiros dias de namoro, e isso não significa que existe algo de errado com a relação. É lógico que o primeiro beijo sempre terá sido mais emocionante do que a rotina da vida conjugal, que traz consigo a limpeza da casa, pias cheias de louça e crianças que não sabem dormir sem chorar.
Por isso quem passa a vida atrás das emoções do primeiro beijo, vai ter muitas dificuldades para solidificar uma relação. Na verdade, seu foco está mais centralizado nas próprias emoções, que são despertadas pela relação, do que em desenvolver uma relação duradoura com outra pessoa.
Outro ingrediente que para algumas pessoas causa aversão à vida de casados é a rotina. Muitos, talvez por terem sido educados pelo “ficar” (contato físico casual, sem compromisso), acostumaram o cérebro a uma vida de novidades a qualquer preço, e, quando se casam, descobrem que vão ter que olhar para o mesmo rosto pelo resto da vida. Na verdade, essas pessoas se esquecem de que é só a rotina que pode trazer a estabilidade e a segurança da vida. Nosso caráter é feito do conjunto de hábitos que adotamos, e os hábitos necessitam das rotinas para serem formados.
É lógico que conhecer uma nova pessoa pode produzir sensações indescritíveis. Mas isso sempre significa grande dispêndio de energia física e emocional, impossível de ser sustentado pelo resto da vida. É por isso, que com o passar dos anos, os sentimentos migram de um arroubo de emoções para sensações mais amenas e estáveis, o que é perfeitamente normal – e até desejável. Não é que o amor terminou. Ele apenas começou a ficar mais maduro e, por isso, mais sábio.
É nesse ponto que muitos se confundem, imaginando que o amor acabou. Sim, aquele amor imaturo da adolescência tinha mesmo que acabar para dar lugar a um amor mais seguro, mais adulto, mais estável, durável. Mas quando isso acontece, muitos pensam em buscar de novo aquele sentimento da adolescência, e partem em busca de novas experiências, passando por cima dos sentimentos do cônjuge e, em alguns casos, até do futuro dos filhos.
Mas os anos passam e com eles se vai o vigor físico, aparecem as dores, as doenças, e chega a época em que todo mundo precisa do cuidado e da presença de uma família. É nessa hora que a vida cobra o seu preço daqueles que, perseguindo emoções, deixaram de investir em relações. Seu engano foi buscar sempre emoções profundas em relações superficiais. Agora, quando o sexo já não tem mais tanto valor, quando o que vale mesmo são as relações, descobrem com espanto que ainda não conseguiram ancorar o coração em um porto seguro, onde podem encontrar afeto desinteressado, uma sopa quentinha à noite, e olhares compreensivos.
Mas existe ainda outro aspecto. A Bíblia nos mostra que, como seres falíveis (chama de pecadores), não temos a habilidade de amar de modo perfeito. Normalmente, pensamos mais nas nossas necessidades e direitos; mais nos nossos prazeres, que nas necessidades, prazeres, sentimentos e direitos dos outros. Dentro do conceito da Bíblia, ou seja, pelo conceito de Deus, amar seria justamente o contrário: pensar nos outros, querer o bem-estar do outro, desejar o sucesso do outro, e isso pela vida toda, se o assunto é a relação de um casal.
Na primeira carta de João 3:14, o autor faz uma afirmação muito séria. Ele diz que o sinal do amadurecimento espiritual, ou seja, de um relacionamento correto com Deus, é justamente o amor porque “aquele que não ama, permanece na morte”. Deus é vida, e vida em abundancia. Quem anda com Ele tem vida, vida eterna, e recebe a capacidade para amar, dentro desse novo conceito de amor. Para falar a verdade, a Bíblia afirma sem rodeios que a pessoa que diz ou pensa que não ama mais, está na verdade com um problema espiritual. Essa pessoa precisa não de “outra”, de novas experiências, de motel, de uma viagem, de acabar com a rotina com posições sexuais extravagantes, mas… de Deus.
Talvez sem perceber, deixou-se dominar por um estilo de vida contrário ao amor, que é o egoísmo – uma doentia preocupação com as próprias necessidades, e um desprezo cada vez maior pelas necessidades e sentimentos do(s) outro(s). João, o referido autor, ainda diz no capítulo 4:8 que “aquele que não ama, não conhece a Deus, porque Deus é amor”. E como conhecer a Deus? Quase do mesmo jeito que se conhece uma pessoa, isto é, passando tempo com Ele.
Então, a perda de interesse pelo cônjuge pode estar revelando que antes disso aconteceu a perda de interesse por Deus, a Fonte do amor, ou se está passando pouco tempo com Ele, ou nunca se teve esse interesse. Se você conhece alguém que está sofrendo diante da possibilidade de causar sofrimento ao cônjuge ou aos filhos, e deseja experimentar algo diferente, aqui vão algumas sugestões: separe um tempo regularmente, todos os dias, no começo do dia, para falar com Deus (fale do seu jeito); logo em seguida, leia a Bíblia (toda ela, mas não de uma vez, evidentemente, apenas uma pequena porção cada dia), e procure praticar tudo o que estiver escrito e compreender ser correto; procure uma igreja que siga completamente a Bíblia em todos os aspectos e passe a frequentá-la regularmente; por fim, quando você estiver falando com Deus, não esqueça de pedir habilitação para amar seu cônjuge. Se Deus existe mesmo, alguma coisa pode acontecer! Se você duvida, quanto custa experimentar?