quarta-feira, 26 de maio de 2010

Decepção!!!!


Estive pensando muito na palavra “decepção”, ou no sentimento de “decepcionar-se”. Refleti que quando isso acontece, quando nos decepcionamos com uma pessoa, passamos a julgá-la. Contamos seus feitos para todo mundo como forma de nos fortalecer, de ouvir “Você é mais forte que isso” ou “Você não merecia isso.” E passamos a praticamente guardar “aquela” mágoa com a maior razão. Isso prejudica a quem? A nós mesmos.
Por isso, tentei pensar nesse sentimento por outro ângulo. Já parou para pensar que alguém te decepciona porque você deixa? Porque você espera, cria expectativa além do que essa pessoa pode te dar? Quero dizer que através da nossa idealização de “pessoa perfeita” colocamos nossos desejos, anseios, vontades e necessidades nesse ser idealizado, praticamente um personagem de novela que precisa seguir nosso roteiro. Já pensaram nisso?
E assim nos decepcionamos, pois estas pessoas não são personagens de novela, são reais, seguirão seu próprio roteiro de vida e estarão sempre sujeitas a nos decepcionar, se insistirmos em colocarmos as nossas expectativas nelas. Elas, que por sua vez, colocam as suas expectativas em nós. E é ai que tudo se embola no meio do campo...
E para colocar mais lenha na fogueira: será que as pessoas realmente nos decepcionam? Será que não sabíamos desde o início o que nos esperava e mesmo assim pagamos para ver? E quando acontece a “dita decepção” ainda temos o direito de culpar,julgar, chamar de tudo aquilo que sabíamos que a pessoa era e que mesmo sabendo pagamos para ver?
O medo, a insegurança ás vezes podem ser coisa da nossa cabeça. Podem sim. Mas muitas vezes esses sentimentos vem desse lugar: do lugar de onde se conhece quem está do seu lado e o que se pode esperar dela. Sabendo do que ela é capaz, surge ciúmes, possessão e e até mesmo surtos incontroláveis. Mas vem cá? Você não sabia que isso podia acontecer? É muito mais fácil colocar a culpa no outro e sair de santa...não é?
Então o importante antes de tudo, é conhecer as limitações de quem está ao nosso lado, dessa forma, sabemos que não podemos esperar mais do que pode nos dar. Não falo em comodidade, falo em equilíbrio e paciência, e principalmente CONSCIÊNCIA.
Verdade absoluta: qualquer um pode nos decepcionar. Outra verdade absoluta: Também decepcionamos, pois nunca iremos cumprir as expectativas de tudo e todos. Vamos aceitar isso sem nos sentirmos vítimas nem culpados.
A partir de hoje, podemos tentar pensar: E se não criássemos expectativas? Se vivêssemos sem esperar nada? Se esperássemos menos para nós mesmos sempre sabendo do que somos merecedoras? Quem sabe não é mais fácil de não se decepcionar? Quem tem o maior poder sobre você? Você mesmo.
Mas pensei em todas essas possibilidades não por sabedoria, nem por praticá-las diariamente, mas pela busca de ambas. Por que? Porque decepcionar-se é sentir nosso coração dilacerado.
Então, quando pensei em em mudar o ângulo das possibilidades, foi nada mais nada menos que uma tentativa de curar as minhas decepções.
Confissao: não consegui.
Chegando ao final do texto, me sinto decepcionada: a teoria que tentei “pregar” agora no momento da dor não serve para nada. Decepção é decepção, não esperada, que invade através de uma dor inexplicável. E não vai mudar.
É minha gente, hoje acabo esse texto frustrada, não conseguindo fazer desse sentimento algo mais ameno e suportável...
Não é sempre que consigo.
E dessa vez acho que sei porque não consegui...
Existem decepções doendo dentro de mim.
Por favor, não sigam meu exemplo.
Quem sabe voltemos ao início do texto?
Quem sabe ao voltarmos novamente ao final podemos estar com outra conclusão?
É..a vida é um exercício.
E estamos todos juntos nela...!

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Casamento em crise?????? Prova de fogo!!!

Embora o filme se trate de um casal em crise recomendo fortemente esse filme para qualquer casal, em crise ou não. O filme conta a história de Caleb, um capitão do corpo de bombeiros que está enfrentando o maior incêndio de todos: a ruína de seu casamento.

Se esse é o seu caso, este filme vai te emocionar e trazer uma boa visão sobre muitas coisas que acontecem num casamento que começa a entrar em crise. Depois de muitas discussões, brigas, acusações, o casal começa a perder a adminiração um pelo outro e o respeito começa a ruir. A esposa de Caleb, Catherine, se cansa do marido e decide pedir o divórcio. A pedido de seu pai, Caleb prorroga o início do divórcio durante 40 dias, pois seu pai lhe entrega um livro que o fará realizar 40 tarefas, uma por dia.
O livro O Desafio de Amar  traz 40 desafios diários que devem ser executados ao longo da leitura. Para Caleb, típica pessoa que se faz de vítima, realizar as tarefas é algo extremamente complicado, pois exige que ele saia da sua zona de conforto e mude muitos hábitos. A partir da realização das tarefas Caleb começa a notar a mudança em si mesmo e então adquire a consciência do que realmente é o amor. Aos poucos Catherine vai percebendo que o amor não pode ser deixado para trás e o resto do filme você deve assistir.
Existe uma versão dublada que foi colocada no YouTube , ou então você pode alugar ou comprar o filme.
Dos aprendizados que esse filme traz, com certeza o amor incondicional é um deles. Amar é uma escolha. Outro grande aprendizado que o filme me trouxe é novamente sobre os hábitos e como eles definem o que somos. Promover mudanças em nossos hábitos é algo que requer muita vontade e dedicação, mas é algo que pode aproximar você do seu verdadeiro EU ao eliminar maus hábitos.
No filme também é fácil notar que, assim como muitos de nós, os personagens ficam esperando que o outro mude. Isso causa muita insatisfação e leva a troca de acusações, pois o outro não mudará só porque você quer. Ele precisa ter a necessidade e a consciência de que precisa mudar., e aí quando promovemos a mudança em nós mesmos a transformação do outro vem com o tempo.


" Ninguém muda ninguém. As pessoas mudam apenas quando entendem e sentem a necessidade de mudar."


Veja o trailer do filme:


 

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante

Sempre achei essa música bárbara. Acho que porque, me sinto, de certa forma, definida, expressada. São palavras que me cabem, que me encontram, que me expressam.
Porque eu sou assim. Meio assim, assim. Meio de um lado e de outro. Cá e lá. Meio cada dia um dia, cada dia uma vida. Sempre mudando, a cada momento mirando a vida por um prisma diferente.
E eu adoro ser assim. Faz parte do meu entusiasmo pela vida. Descobrir cores diferentes a cada olhar. Porque quem ama a vida ama a amplitude, o infinito, a descoberta. Ama o diferente, por mais que assuste. Ama a mudança, o desconhecido. Teme, mas ama. Porque temer é humano. Mas amar também. Graças a deus.
Pra mim, é necessário como o ar que respiro. É o que me alimenta, o que me sustenta, o que me suporta. A possibilidade da mudança. A delícia de estar constantemente se renovando, se descobrindo, se reavaliando. Sem esse respiro, eu poderia ser deixada de lado. Para encostar e desistir.
Mudar de idéia é um dos meus passatempos favoritos. Eu penso, repenso, questiono, me reviro toda. E logo estou pensando o que não pensava. E daqui a pouco já vou pensar outra coisa. Porque eu não paro nunca.
E como é bom. Não parar. A sutileza de cada passo deixando sua marca. E me fazendo sempre diferente.

Tudo, menos ter 'aquela velha opinião formada sobre tudo'.

E assim que é pra mim.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Por que se incomodar se não vale a pena?

Sabe quando você vai deitar pra dormir, e antes de pegar no sono, pensa em mil e uma coisas? Pois é, ontem isso aconteceu comigo. Comecei a pensar como eu, uma mulher de 30 anos, casada, independente, dona do meu nariz, ainda fico me incomodando com certas coisas que não valem a pena. Exemplos:


1.O que os outros pensam: como se eles pagassem as minhas contas! Pra que se importar com o que os outros pensam? São eles que vivem minha vida? São eles que estão dentro de mim, sabendo o que penso ou o que sinto? Não! Mas ainda me importo


2.Em agradar a todos: como se fosse possível! Ninguém, nem Jesus, conseguiu agradar a todos. E se Ele, que é perfeito, não conseguiu, não sou eu que devo esperar atingir essa “façanha”. Mas muitas vezes, eu sinto necessidade de falar certas coisas pra alguém que me chateou de alguma forma, e não tenho coragem, porque não quero desagradá-lo(a). Mas ele(a) não pensou duas vezes antes de me desagradar, certo?


3.Pessoas que se dizem minhas amigas, mas que não se esforçam por demonstrar isso: como se valesse a pena! Responder email, recados, coisas simples, sabe? Eu nem peço muito…


Eu não tenho mais idade pra me encucar com essas coisinhas de adolescente não! Perdoem os que estiverem lendo esse texto, mas eu já passei dessa fase. Como disse Chandler, num episódio de Friends: “Y’know what? We’re not sad, we’re not sad, we’re just not 21 anymore. Y’know? I’m 29 years old, damnit! And I want to sit in a comfortable chair, and watch television and go to bed at a reasonable hour!” (Sabe de uma coisa? Nós não somos tristes, não somos tristes, nós apenas não temos mais 21 anos. Sabe? Eu tenho 29 anos, droga! E eu quero sentar numa cadeira confortável, e ver tv e dormir numa hora razoável!)
É assim que me sinto. Sou adulta, não tenho tempo pra chatices de criança. Digo pra mim mesma e pra quem quer que enfrente esse tipo de problema: não podemos agradar a todos, não podemos gostar de todos, muitos não vão gostar da gente ou ser nossos amigos, não somos perfeitos e nem podemos mais nos incomodar com bobagens. Temos mais é que curtir a vida do nosso jeito, sem perder o sono por questões imbecis. Deixa isso pra audiência de Gossip Girl…


terça-feira, 18 de maio de 2010

O resgate do amor – é possível?

Nunca é por acaso que alguém perde interesse no cônjuge. Sempre existe um motivo para essa perda, e talvez a melhor coisa que você possa fazer seja ajudar a quem perdeu o interesse a descobrir o verdadeiro motivo. Geralmente, quando alguém perde o interesse no cônjuge, pensa que isso possa estar acontecendo em razão de algum defeito ou deficiência do outro, como problemas com a aparência física, problemas de relacionamento ou outro qualquer. E quanto mais pensa nessas coisas, mais o amor se vai…
Mas talvez seja bom saber que, em muitos casos, o tal desinteresse possa estar acontecendo por falta de compreensão da dinâmica do sentimento na relação conjugal. Dentro do casamento o sentimento nunca vai ser igual àquele que você teve nos primeiros dias de namoro, e isso não significa que existe algo de errado com a relação. É lógico que o primeiro beijo sempre terá sido mais emocionante do que a rotina da vida conjugal, que traz consigo a limpeza da casa, pias cheias de louça e crianças que não sabem dormir sem chorar.
Por isso quem passa a vida atrás das emoções do primeiro beijo, vai ter muitas dificuldades para solidificar uma relação. Na verdade, seu foco está mais centralizado nas próprias emoções, que são despertadas pela relação, do que em desenvolver uma relação duradoura com outra pessoa.
Outro ingrediente que para algumas pessoas causa aversão à vida de casados é a rotina. Muitos, talvez por terem sido educados pelo “ficar” (contato físico casual, sem compromisso), acostumaram o cérebro a uma vida de novidades a qualquer preço, e, quando se casam, descobrem que vão ter que olhar para o mesmo rosto pelo resto da vida. Na verdade, essas pessoas se esquecem de que é só a rotina que pode trazer a estabilidade e a segurança da vida. Nosso caráter é feito do conjunto de hábitos que adotamos, e os hábitos necessitam das rotinas para serem formados.
É lógico que conhecer uma nova pessoa pode produzir sensações indescritíveis. Mas isso sempre significa grande dispêndio de energia física e emocional, impossível de ser sustentado pelo resto da vida. É por isso, que com o passar dos anos, os sentimentos migram de um arroubo de emoções para sensações mais amenas e estáveis, o que é perfeitamente normal – e até desejável. Não é que o amor terminou. Ele apenas começou a ficar mais maduro e, por isso, mais sábio.
É nesse ponto que muitos se confundem, imaginando que o amor acabou. Sim, aquele amor imaturo da adolescência tinha mesmo que acabar para dar lugar a um amor mais seguro, mais adulto, mais estável, durável. Mas quando isso acontece, muitos pensam em buscar de novo aquele sentimento da adolescência, e partem em busca de novas experiências, passando por cima dos sentimentos do cônjuge e, em alguns casos, até do futuro dos filhos.
Mas os anos passam e com eles se vai o vigor físico, aparecem as dores, as doenças, e chega a época em que todo mundo precisa do cuidado e da presença de uma família. É nessa hora que a vida cobra o seu preço daqueles que, perseguindo emoções, deixaram de investir em relações. Seu engano foi buscar sempre emoções profundas em relações superficiais. Agora, quando o sexo já não tem mais tanto valor, quando o que vale mesmo são as relações, descobrem com espanto que ainda não conseguiram ancorar o coração em um porto seguro, onde podem encontrar afeto desinteressado, uma sopa quentinha à noite, e olhares compreensivos.
Mas existe ainda outro aspecto. A Bíblia nos mostra que, como seres falíveis (chama de pecadores), não temos a habilidade de amar de modo perfeito. Normalmente, pensamos mais nas nossas necessidades e direitos; mais nos nossos prazeres, que nas necessidades, prazeres, sentimentos e direitos dos outros. Dentro do conceito da Bíblia, ou seja, pelo conceito de Deus, amar seria justamente o contrário: pensar nos outros, querer o bem-estar do outro, desejar o sucesso do outro, e isso pela vida toda, se o assunto é a relação de um casal.
Na primeira carta de João 3:14, o autor faz uma afirmação muito séria. Ele diz que o sinal do amadurecimento espiritual, ou seja, de um relacionamento correto com Deus, é justamente o amor porque “aquele que não ama, permanece na morte”. Deus é vida, e vida em abundancia. Quem anda com Ele tem vida, vida eterna, e recebe a capacidade para amar, dentro desse novo conceito de amor. Para falar a verdade, a Bíblia afirma sem rodeios que a pessoa que diz ou pensa que não ama mais, está na verdade com um problema espiritual. Essa pessoa precisa não de “outra”, de novas experiências, de motel, de uma viagem, de acabar com a rotina com posições sexuais extravagantes, mas… de Deus.
Talvez sem perceber, deixou-se dominar por um estilo de vida contrário ao amor, que é o egoísmo – uma doentia preocupação com as próprias necessidades, e um desprezo cada vez maior pelas necessidades e sentimentos do(s) outro(s). João, o referido autor, ainda diz no capítulo 4:8 que “aquele que não ama, não conhece a Deus, porque Deus é amor”. E como conhecer a Deus? Quase do mesmo jeito que se conhece uma pessoa, isto é, passando tempo com Ele.
Então, a perda de interesse pelo cônjuge pode estar revelando que antes disso aconteceu a perda de interesse por Deus, a Fonte do amor, ou se está passando pouco tempo com Ele, ou nunca se teve esse interesse. Se você conhece alguém que está sofrendo diante da possibilidade de causar sofrimento ao cônjuge ou aos filhos, e deseja experimentar algo diferente, aqui vão algumas sugestões: separe um tempo regularmente, todos os dias, no começo do dia, para falar com Deus (fale do seu jeito); logo em seguida, leia a Bíblia (toda ela, mas não de uma vez, evidentemente, apenas uma pequena porção cada dia), e procure praticar tudo o que estiver escrito e compreender ser correto; procure uma igreja que siga completamente a Bíblia em todos os aspectos e passe a frequentá-la regularmente; por fim, quando você estiver falando com Deus, não esqueça de pedir habilitação para amar seu cônjuge. Se Deus existe mesmo, alguma coisa pode acontecer! Se você duvida, quanto custa experimentar?




sexta-feira, 14 de maio de 2010

Sorte do Orkut e Bíblia: semelhanças?


Há alguns meses, tenho prestado atenção e tomado nota das frase denominadas: “Sorte de Hoje” do Orkut. Um recurso, no mínimo bem humorado, que intenta lançar pequenas pérolas de sabedoria para a vida diária dos usuários. Pode parecer um recurso sem pretensões, mas que tem se popularizado com o tempo por realmente apresentar algumas frases de extrema sabedoria para a vida prática.
No entanto, comecei a reparar que muitas dessas frases nada mais são do que ecos do pensamento bíblico. É isso mesmo! Da Bíblia. Por mais engraçado, ridículo ou inesperado que possa parecer a maioria das frases que aparecerão para mim tinham algum eco na Bíblia. Estou com isso dizendo que os autores do Orkut são cristãos, ou mesmo intentam pregar o evangelho pelo Orkut ou estão fazendo uso de sabedoria Bíblica propositadamente??? Não! Tenho certeza, embora essa seja apenas minha opinião, que nem mesmo eles estão a par da conexão de suas frases feitas com o que a Bíblia ensina
Ao longo de alguns meses, sempre que acesso o orkut, reparo na frase, e me lembro de aproveitar muitas delas se não a maioria. Assim, fui guardando cada uma das frases que encontrei e aqui está uma breve compilação do que elas dizem, em comparação com o que a Bíblia diz.
 
Sorte de hoje: Uma das maiores vitórias que se pode conquistar é derrotar um inimigo pela gentileza. (Rom 12:21; 1 Tess 5:15; Pro 15:1; Pro 29:11; Mat 5:39 – 42)

Sorte de hoje: A melhor maneira de se encontrar é se perder em benefício de outros! (Luc 9:24)

Sorte de hoje: Todas as gerações dão risada da moda antiga, mas seguem religiosamente a moda atual. (Ec 1:9)

Sorte de hoje: Os tolos e os fanáticos estão sempre seguros de si, mas os sábios são cheios de dúvidas. (1 Cor 8:2)
 
Sorte de hoje: Os fracos nunca perdoam. O perdão é uma virtude dos fortes. (Mat 18:23-35; Luc 23:34)

Sorte de hoje: O amor conquista tudo. (Jo 3:16; I Cor 13:8,13)

Sorte de hoje: Se você não quer que ninguém saiba, não faça. (Pro 11:3; Luc 8:17; 12:2; Sal 90:8)

Sorte de hoje: A paciência é a arte da esperança. (Rom 8:24-25)

Sorte de hoje: Não deixe que a raiva tome o lugar da compreensão. (Pro 14:17; 29:11; Ec 7:9)

Sorte de hoje: Nossa força cresce de nossa fraqueza. (2 Cor 12:9-10
Sorte de hoje: Trate os defeitos dos outros com a mesma consideração que lida com os seus. (Mat 7:34; Lev 18:19; Mat 22:39)

Sorte de hoje: Viver amanhã é muito tarde. Viva hoje. (Mat 6:34)


Verdades como essas acima expostas só puderam ser compreendidas e assimiladas (e muito mal em alguns casos ainda) depois de anos de desenvolvimento do pensamento humano. Mas já estavam lá na Bíblia. Ainda que alguém deseje ilegítimar a sua autoria divina, ainda assim fica provado que a Bíblia possuí conteúdo relevante aos tempos modernos, verdades transcendentes e práticas para a vida daqueles que desejam saber como viver. Daqueles que gostariam de ler um “manual de instruções” da vida prática do ser humano. Muito antes de Nietzche, Marx, Choppenhauer, Kant, Sócrates e outros que tanto criticam quanto aludem a idéias bíblicas, a verdade para o tempo moderno, para como devemos viver estava lá. Disponível.
Me impressiona notar que essas verdades estão disponíveis a todos pelo título de “Sorte de Hoje” e que ainda assim fazem sucesso e há muitas pessoas que não só prestam atenção como também estão aprendendo, realmente, alguma coisa com elas. Mas se fosse “Mensagem da Bíblia” muitos ainda torceriam o nariz, se é que não ignorariam. Mas pelo formato secular, em um veículo secular, e claro originando-se em mentes seculares que nada tem a ver com a Bíblia, se tornam facilmente populares. Eu gostei muito disso. É a sabedoria popular e moderna mostrando o que a bíblia tem a oferecer. Talvez essa coincidência tenha sido um tiro pela culatra do pensamento secular… Mas quem liga?
Me importa sim, que a Bíblia tem muito a oferecer. E mesmo os que não crêem em sua divina inspiração, tem razões de sobra para no mínimo procurar com seus próprios olhos entender esse livro estranho. Pretensioso e simples, amado e odiado, velho e atual.


Perfeitas, por favor?????????

Para entender do que se trata, leia essa matéria (tentando fazer posts pequenos!).


“O que é mais importante na vida do que a família?”, disse Gisele. Mas se é assim, por que aparecer seminua na tv? Pra dizer que está em forma cinco meses após o parto? E como isso pode ser importante na vida dos brasileiros?
“Ah, Anna, deixa de ser chata, toda mulher fala sobre essas coisas”. Exato! Toda mulher conversa sobre isso. Mas pra que fazer uma “reportagem” num programa que deveria ser “jornalístico”, além de só entreter, tratando desse assunto? Que importância ele tem afinal? Talvez seja importante pra ela, porque vive da aparência. Na minha (e na da maioria das pessoas normais) profissão, eu só preciso mesmo do cérebro, obrigada.
Mas o mais chato é que isso gera uma pressão, apesar de muitas vezes inconsciente, na cabeça das mulheres de que, cinco meses após o parto, elas têm que estar perfeitas, que nem a Gisele! Como se não bastasse a pressão para ser mãe — porque está “na moda” — agora tem a pressão do “depois de ser mãe”: ser magrinha e perfeita de novo. Como se toda mulher fosse como ela, como se todas conseguissem isso, como se isso fosse realmente importante. E o que acontece? A mulher fica nessa neura de que não é “perfeita”, e aí vêm a baixa autoestima, a falta de amor próprio, a depressão… Mas não tem problema, né? Afinal, essa reportagem não é “nada de mais…”

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Sapatosss....

Amo sapatos! Mas não sou uma colecionadora, que fique bem claro! Assim como belos sapatos encantam meus pés, brevemente vão adornar outras cinderelas, pois não tenho nenhum problema em esvaziar o closed vez em quando. Mas sempre me perguntam quais sapatos não devem faltar no armário de uma mulher. Aqui vai minha opinião pessoal:

1- Uma rasteira. Procure alguma especial, com pedras, por exemplo. Eu prefiro as de cor nude. Já que não têm salto, que pareça que eu estou descalça;


2- Um poderoso salto vermelho. É um clássico e levanta qualquer look. É para aqueles dias em que você quer arrasar;


3- Um pretinho básico. Escolha scarpin ou peep toe. Serve pro trabalho e pra ocasiões em que você não quer errar, pois vai com praticamente tudo;


4- Uma bota de cano longo, sem salto. Dê preferência as botas flat ou montaria. São duas opções legais e sempre valem no inverno seguinte. Se você só tiver uma, que seja preta;

 
5- Um salto metálico. Aqui é legal uma sandália. Ideal para festas;


6- Um tênis. Não vale aquele usado para a academia. Aí depende do seu gosto. Básico ou estampado, você escolhe;


7- Uma sapatilha. Básica, para diversas ocasiões. A cor você escolhe;



8- Um print animal. Se puder, é legal um sapato com estampa animal, pois também é clássico. Pode ser de crocodilo, cobra, oncinha… se você for mais ousada, escolha zebra, vaca e o que a imaginação permitir.

Bjs...Anninha

Casamento não é só festa....

Antes mesmo do primeiro aniversário, chegou ao fim a união da atriz Sthefany Brito e do jogador de futebol Alexandre Pato. O casamento, cheio de pompa, foi celebrado em julho passado numa tradicional igreja do centro do Rio e com uma festança estimada em 1 milhão de reais no hotel Copacabana Palace.
Há algumas semanas, a crise entre a atriz e o jogador tem sido assunto na imprensa nacional. Parentes e amigos do casal teriam ido à Itália para evitar a separação, sem sucesso.
Lesionado e com poucas chances de ir à Copa, Pato passou a ser figurinha fácil nas noitadas de Milão, na companhia de amigos como o jogador Ronaldinho Gaúcho, que tampouco está cotado para ganhar uma vaga na seleção.
Sthefany não comenta o assunto, mas pessoas próximas dizem que ela está com viagem programada ao Brasil para o mês que vem (Revista Veja).


Um milhão de reais. Tanta pompa pra acabar assim… Triste. Podem me achar boba, mas eu sempre acho triste fim de casamento. Porque, na minha visão, casamento é eterno. E não só “eterno enquanto dure”, mas eterno mesmo. Infelizmente, as pessoas hoje, quando decidem casar, fazem como quem decide ir ao shopping fazer compras. Ou sair pra comer sushi. Ou qualquer coisa corriqueira assim. Mas casamento é coisa séria. Só que as pessoas acham que sério=chato, então decidem não pensar muito e casam.
Casam sem nenhum interesse em saber o que realmente é o casamento, e sem qualquer preparação para ele. Não estão dispostos a ceder, a abrir mão, carregam dentro de si orgulhos infantis e por aí vai. Estão mais preocupados com uma festa, uma satisfação de desejo egoísta, do que em conhecer o amor em sua verdadeira essência.
Amor não é frio na barriga, não é arrebatamento, não é ouvir fogos de artifício a cada beijo, não é sonhar acordado. Isso é paixão, que vem antes do amor, mas acaba. E ainda bem que acaba, caso contrário viveríamos como doidos nesse mundo. Geralmente dura dois anos, isso foi descoberto através de estudos. Mas o caso é que chega ao fim. E se fica ainda o desejo sincero de permanecer ao lado daquela pessoa por quem nos apaixonamos, apesar dos defeitos, apesar das implicâncias, apesar de não sentir “frio na barriga” todos os dias, aí sim você pode começar a achar que seja amor…
Mas não é isso que as pessoas querem. Isso me lembra de um episódio de Friends (sempre eles!), em que Monica e Chandler descobrem que não vão ter dinheiro suficiente pra fazer “aquela” festa de casamento, e ela fala: “I don’t want a wedding, I want a marriage”. No inglês, há uma diferença entre essas duas palavras. Apesar de as traduzirmos sempre como “casamento”, wedding está mais relacionado à festa, e marriage ao casamento em si, ao dia-a-dia de casados. Seria como se wedding fosse o que chamamos de “boda” (a festa de casamento).
A tristeza do nosso mundo hoje é que as pessoas querem só o wedding day e nada mais. Festa e glamour, isso é tudo que importa. Abrir mão, ceder? Jamais. Só que esse é o segredo do casamento. E essas atitudes não devem partir só da mulher não. Muito pelo contrário, devem vir dos dois, do homem e da mulher. Saber ceder, saber dizer não para suas próprias vontades, em prol da felicidade do outro. Dizer “eu te amo” e agir de forma a fazer jus ao que disse. Procurar conhecer as linguagens do amor do outro e falar a ele(a) nessa linguagem. E, claro, sempre estudar o outro. Procurar conhecê-lo mais e mais a cada dia, e descobrir as várias formas de fazê-lo feliz.
Amor não é um sentimento. É uma decisão. Uma decisão que tomamos a cada dia, de amar apesar de. E, claro, de amar, também e principalmente, pelas maravilhosas características que um dia fizeram você se apaixonar por aquela pessoa. Alguém um dia disse que casamento tinha que ser igual a vestibular, que para fazer você precisa estudar antes. Vamos estudar mais, ler, aprender sobre o assunto, porque o número de “reprovações” está só aumentando a cada dia. Uma pena…


Conceda—me, ó Senhor, a sabedoria divina, para que eu possa aprender, acima de tudo, a procurá-Lo e a encontra-Lo, acima de todas as coisas a fazer a Sua vontade e a amá-Lo; e a pensar em todas as outras coisas como estando, realmente, à disposição de Sua sabedoria.


segunda-feira, 10 de maio de 2010

Às vezes esperamos tanto dos outros que freqüentemente nos sentimos frustrados por não termos todas as nossas expectativas correspondidas.

Isso ocorre em geral, porque nos relacionamos com as pessoas partindo de nossas próprias referências pessoais.

Mas, será que o outro é obrigado a atender ou corresponder aos meus anseios?
A base para começarmos a lidar com outras pessoas de forma eficaz é nos conscientizarmos de que as diferenças é que compõem a vida. Cada pessoa é um ser único no Universo, com sua própria história e jeito de ser.
Mas em geral, esquecemos isso e esperamos que o outro aja conforme nós agimos.
Antes de compreender e aceitar a diferença do outro, devemos compreender e aceitar nossa própria singularidade – não nos culpar por não sermos como o outro quer que sejamos, reconhecer que podemos errar, que somos limitados e que não atenderemos sempre ao que o mundo espera de nós.
É assim que podemos perceber que não é tão difícil conviver com o diferente e pararmos de agir com o outro como se esse outro fosse nossa extensão ou como se fosse nós mesmos.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

"Há quem diga que todas as noites são de sonhos. Mas há também quem garanta que nem todas, só as de verão. No fundo, isso não tem importância. O que interessa mesmo não é a noite em si, são os sonhos. Sonhos que o homem sonha sempre, em todos os lugares, em todas as épocas do ano, dormindo ou acordado."
(William Shakespeare)