domingo, 21 de agosto de 2011

COISAS QUE QUERO ENSINAR PARA MEU FILHO!!


Cada vez que vejo o Cadú dormindo na sua tranquilidade de anjinho, com as mãos sob a cabeça e a respiração lenta, penso que cabe a nós, pais, ensinar a ele tudo o que aprendemos de bom (e de ruim) e assim, formar o seu caráter. Penso na minha enorme responsabilidade como mãe e não me assusto. Apenas constato que grande parte do processo de torná-lo um grande homem, cabe a mim e ao pai dele.

Acabo listando mentalmente todas as coisas que quero que ele saiba, conheça, evite, persiga. Talvez eu também lhe passe alguns dos meus erros, mas ainda assim, servirão de aprendizado. Afinal, todo mundo aprende com a mãe algo que quer evitar fazer com o própria filho.
De todas as coisas, algumas para mim são fundamentais. Eu quero que ele conheça todas as realidades, e não apenas o seu mundinho de conforto e faz de conta. Que ele aprenda que humildade faz mais bem aos olhos do que um rosto bonito e que beleza mesmo, é aquela que vem do coração e dispensa artifícios, caras e bocas. Que ele saiba que errar faz parte do aprendizado e que todo tombo leva a novos passos. Que há apenas um caminho correto, mas que se ele algum dia escolher o errado, tenha a certeza de que sempre pode dar a meia volta e voltar. Que nunca lhe faltará um abraço como consolo, um beijo de boa noite, um bom dia ou uma benção para começar bem cada manhã. Que meu amor pode até sufocar, mas nunca será demais, porque amor de mãe é o único sentimento que sabemos que nunca irá acabar. Mudar, sim. Muda sempre para maior, para melhor. Que ele entenda que meus puxões de orelha, minhas broncas, nossos desacordos têm como única finalidade o seu querer bem e que nem sempre é amigo aquele que te empurra para uma direção qualquer. Quero também que seja educado e solidário com todos, saiba ser simpático com o maior número de pessoas que puder e que dispense seu amor somente a quem merecer. Quero, mais ainda, que ele saiba dizer não. Porque aceitar e concordar é fácil. Difícil é bancar uma opinião contrária àquela que o mundo dita. Que suas crenças e valores estejam acima de qualquer moda, grupo ou falsos ideais. Que Deus seja o centro da sua vida, independente da religião que ele decida seguir. Que tenha plena consciência que a família será sempre seu porto-seguro, seu braço forte, seu ouvido companheiro. Sempre, por todas e a qualquer hora. E, sobretudo, quero que ele nunca se esqueça do que é amor próprio. Porque o dia em que ele deixar de se amar, o dia em que ele colocar qualquer outra pessoa num pedestal e tiver que olhar para cima ao invés de lhe olhar nos olhos, será o fim de todas as coisas boas que ele construiu por toda uma vida. E se ele não se amar, se respeitar e souber se impor, nenhuma dessas qualidades se sobressairá. Ao contrário: quando a gente demonstra que ama mais alguém do que a si mesmo, dá também a falsa impressão de que não merece o amor deste que foi colocado, um dia, como prioridade em sua vida. Cautela, sempre. Um pé após o outro. Passos lentos e sem parar.
Talvez eu tenha esquecido de um monte de outras coisas úteis a lhe ensinar. Mas certeza que ainda vou lembrar. Cada vez que olhar aquele sorriso, aqueles olhinhos, que tiver que pegar em sua mão para que ele dê seus  passos, certeza que ainda aprenderei um tanto de outras coisas.
Acho que a verdade é essa. Aprendo mais sendo mãe do que ouso um dia lhe ensinar.


Não quero agora pensar nas tuas razões, te fazer entender.meus motivos, meus argumentos podem ser óbvios, mas talvez apenas pra mim. Difícil esperar, mais ainda dar o primeiro passo. Não que eu não acredite que você não vai dar, não que eu duvide que eu não vou saber esperar.Ou quem sabe a espera deva ser tua e o passo deva ser meu? Nem estou bancando a ofendida, querendo te mostrar como posso da forma mais difícil te fazer entender. É que certas coisas simplesmente se embaralham, e fica um misto de vontade e inércia, algo como  um desejo que já nem sabe se quer ou o que quer de verdade. É incrível como sempre batemos de frente, eu que achei ter aprendido a contornar... Tenho feito muito isso, no trabalho, com as pessoas que me irritam, com as situações que me tiram do sério, exercito diariamente a minha paciência mais que impaciente, respiro, conto até 1.000, e contorno, e olha que (euzinha, esse ser naturalmente impaciente) tenho conseguido alcançar, até sem maiores esforços,  o equilíbrio de algo que em mim nunca existiu  ( a paciência em meio a tanta falta dela), mas com você é tão difícil (você que me é verdadeiramente importante). Procuro a calma e só encontro terremoto, você atropela o que sinto e eu ultrapasso teus limites, te peço a paciência que com você já não tenho, e você não me pede mais nada, diz que eu preciso a aprender viver com minhas dúvidas, porque nada é certo e nem sempre tudo se explica. E eu me calo pra tentar me ouvir  no teu silêncio porque se eu falo eu te invado, e se eu silencio você não me sente, e se você se arrisca, eu não me entrego, e quando eu me atiro, você se segura.Perco a minha naturalidade, você retoma o seu controle, se fecha de novo em você. E eu tento te alcançar outra vez, tento te encontrar sem me perder, tento ter você sem deixar de ser eu, me procuro nos teus olhos pra não deixar no escuro de novo o seu coração, mergulho no que eu não entendo pra nunca mais voltar a viver na superfície, me afundo, me afogo, mas nunca mais volto pro meu mundinho particular, e se, de repente, faço tudo errado como você diz, é pra tentar não deixar você voltar ao teu, mas daí acabo te invadindo e você me fala  coisas que me fazem doer, e eu acabo te ferindo tentando te mostrar os motivos que me trouxeram até aqui, meus medos, minhas angústias, tudo aquilo que você não me pergunta, porque espera o meu tempo, coisas que não compreendo em você porque, na verdade, de uma certa forma, refletem eu mesma, tantas diferenças nossas, e a mesma maneira de querer tudo do nosso jeito, urgência latente de querer tudo pra ontem, de não querer mudar nada por ninguém, mas sei lá, de uma forma ou de outra tenho aprendido a ceder e, estranha e contraditoriamente, com você tenho aprendido a ser menos ansiosa, a olhar mais atentamente pro outro pra não me perder de vista, a te entender mais pra compreender melhor a mim.
(Anna)...

"Preciso tanto aproveitar você...



Beijar teus olhos


Olhar tua boca..."



domingo, 24 de julho de 2011

INDIGNAÇÃO E DESFAVOR!!!


Morreu Amy Winehouse. Não, não estou te trollando, ela morreu mesmo. E não, o Desfavor da Semana não é sobre a perda de uma grande cantora e todo o blá blá blá que você vai ouvir e ler por aí. O Desfavor da Semana é a glorificação do estilo de vida DE MERDA que ela levava e todo o endeusamento que essa drogada idiota vai receber. Impressionante como pessoas sobem vários degraus de status social quando morrem.
Ok, você pode até achar que ela canta bem, mas, responda sinceramente: se ela não fosse extremamente polêmica/auto-destrutiva, será que seria tão famosa? Coisa mais anos 80 fazer esse papel de "genialidade sofrida", de ídolo transtornado que se destrói até morrer. Vai desculpar, mas eu acho isso brega. Eu não tenho qualquer admiração por Amy Winehouse. Canta bem? Pode ser, mas tem tantas pessoas que cantam bem e não são idiotas e imbecilóides!
Por melhor que ela cante, acho que foi coisa de OTÁRIO pagar para ver um show dessa mulher. Ela entrava drogada, errava a letra, ficava cambaleante. Mas esses pseudo-atorezinhos-intelectualóides globais pagavam e achavam aquilo muito cult, muito genial. Vão se ferrar! Não lamento nem um pouco a morte de Amy, foi praticamente seleção natural. Lamento a morte de quem não fez nada e acaba sofrendo uma fatalidade. Amy procurou o que teve e, sinceramente? Até que durou demais!
Acredito que aconteça com ela o estranho fenômeno da divinização das pessoas mortas. Um saco, os cornos feios de Amy vão aparecer em tudo quanto é lado e sua voz forçada para parecer uma cantora negona vai nos paunocuzar de forma onipresente. Só a gente consegue ver que ela NÃO VALE tanto confete? Cantar bem não te autoriza a fazer infinitas cagadas na vida pessoal. Amy é digna de desprezo e não de admiração. A minha admiração eu guardo para quem canta bem E tem cérebro.
Amy não é cult, é uma idiota. Amy não expressa o sofrimento humano e sim a fraqueza. Ela não sofria nem mais nem menos do que todos nós ao longo da vida, apenas optou por se entorpecer e não encarar os problemas de frente. Lamento por quem pensa que porque se trata de um "artista" tem o direito de ser problemático. Lamento mais ainda por quem é imbecil de pensar que um artista problemático ganha um toque de glamour.
Também quero deixar meus parabéns para a família dela, por ter permitido que ela se mate lentamente na frente do mundo todo. Ok, é uma pessoa adulta, fica mais difícil de ajudar, mas quando se tem tanto dinheiro e recursos disponíveis, fica fácil conseguir uma interdição judicial da pessoa (um juiz declara que a pesso não está apta a tomar decisões sobre sua vida) e interná-la à força em alguma boa clínica ou coisa do tipo. Mas não, neguinho deixou correr solto. Ela ia para a rehab, passava um ou dois meses (se tanto) e depois saía. Tava na cara que não ia prestar. Tem que deixar em isolamento por anos, não por meses.
Ela não queria? Drogado não tem que querer. Eu sei que não é fácil, mas é possível. Se for o caso, deixa na rehab o resto da vida, o que não pode é devolver para o mundo artístico, onde ela terá contato quase que certo com drogas. Não pode voltar para um mundo onde entorpecentes são quase que sinônimo de status. Muito bacana a família dela. Famílias não cheias de dinheiro não podem ajudar muito a um drogado, mas a família de Amy podia. Preferiram não contrariá-la e deixá-la morrer. Por mim tudo bem, eu acho que quem quer se matar merece alcançar seu objetivo.
Sem contar que não foi uma surpresa para ninguém o fato dela estar abusando de drogas e alcool, ao contrário de outros casos como Michael Jackson. Se fosse uma coisa oculta, eu até dava um desconto. Mas vários médicos avisaram de forma pública que se ela continuasse assim não teria mais de seis meses de vida. Isto pedia ou não pedia uma atitude extrema? Todo mundo assistuiu a auto-destruição de Amy. Família, amigos, fãs. Assistiu e deu ibope. Foi a show, comprou CD, recompensou o personagem que ela criou. Agora todos lamentam? Ora, vocês alimentaram isso! Se as pessoas tivessem o bom senso de desprezar gente que faz estas coisas e ela não obtivesse sucesso PORQUE usou drogas, quem sabe ela teria parado.
Queria ver se ela fosse uma mãe de família com dois filhos, casada, que cozinha bolo com avental. Garanto que estaria no anonimato ou muito menos famosa do que é. Porque drogado sofredor tem glamour na sociedade. Um grande desfavor. Escutam uma drogada dentro de casa, prestigiam, chamam a mulher de gênia e depois ficam super chocados quando descobrem que os filhos usam drogas. Uma coisa é um artista usar drogas. Outra coisa é um artista ser movido a drogas. O combustível de Amy eram as drogas. Prestigiar alguém assim é validar sua conduta.
Numa boa? Eu nem acho que ela cantava tanto assim. Tira o penteado, tira os escândalos, tira a atitude bizarra, tira a maquiagem. Bota de cara lavada, calça jeans e blusa branca sozinha com um banquinho e um violão. Já vi coisa melhor. Mas as pessoas adoram idolatrar a decadência, talvez porque é bom pensar que mesmo que qualquer um de nós fique decadente ainda pode ser admirado.
Idolatrar Amy é glorificar seu estilo de vida bêbado e drogado. Lamentar a morte de Amy é validar suicídio. A mulher queria morrer faz tempo, conseguiu o que queria e eu a acho uma idiota por causa disso. O fato dela cantar bem (ou não) não muda em nada o fato dela ser uma imbecilóide indigna de admiração.
Infelizmente as pessoas não entendem isso. Cantar bem já perdoou coisa pior, tipo pedofilia (Michael!). Talvez eu tenha errado em fazer administração, talvez eu devesse ter sido cantora, assim teria o aval social para fazer qualquer merda que eu quisesse se cantasse bem, encoberta pelo manto de "artista atormentada". Com a diferença que eu não me mataria, mas, vou te contar, mataria um monte de gente!
Amy: já vai tarde. Tenho pena de quem QUER viver, de quem cuida de si e ainda assim a vida lhe é tirada. De Amy não tenho não. Quem planta merda colhe bosta. Pena que tem gente idiota o bastante para bater palmas para quem está colhendo bosta.

CHEGA!!!! TÔ REVOLTADA HJE!!!






terça-feira, 12 de julho de 2011

Sem fantasiaaa!!!

Sim, eu sei que sou impulsiva demais, ajo sem saber direito se é mesmo o que deveria fazer, escolho os caminhos no susto e tantas vezes, acabo me espatifando em um muro qualquer que nem desconfiei que pudesse estar ali, pura falta de observação e cuidado e um tantinho de precaução. Pensar antes de agir de vez em quando talvez fosse uma boa providência, algo a se considerar. Talvez fosse essa uma boa resolução para a próxima segunda-feira, dia internacional das promessas sem a menor intenção de cumprir – dietas, abstinências de toda sorte e revoluções improváveis do comportamento -, mas me conheço bem – sei que não vou deixar de ser assim atirada com a vida e mergulhar sem rede de proteção, sei que serei irracional incontáveis vezes ainda e novamente. Uma idéia: talvez eu faça um acordo comigo mesma, silenciosamente, sem que palavras sejam ditas: a cada nova oportunidade que a vida me dê, pensar um segundo a mais antes de decidir. E passado o segundo prometido, uma vez mais: mergulhar. Sim, deliciosamente.

sábado, 28 de maio de 2011


Deus, me ensina a confiar no Teu amor por mim quando eu não consigo enxergar nada.

Tenho andado no escuro, sem saber onde estou pisando. Sem saber onde estou e onde vou chegar.
Ensina-me a confiar em Ti, na Tua vontade e nos Teus propósitos.
Mostra-me a direção que devo seguir, o caminho que devo escolher e faça-me capaz de entender que é o melhor que tens para mim.
Faça-me capaz de querer a Tua vontade acima da minha. Capaz de entregar minha vida sem reservas. Abrir mão dos meus planos e vontades.
Ajuda-me a entender que Tu podes ver além, onde a minha visão não alcança. Que o que está me esperando adiante é muito melhor do que eu possa sonhar ou esperar. E que os Teus sonhos pra mim são muito maiores do que eu poderia imaginar viver um dia.
Eu sei, Senhor, que vai valer a pena. Cada lágrima, cada dor, cada decepção, cada gemido.

E lá na frente eu sei que direi: Senhor, valeu a pena.
É esta certeza que me mantém de pé nesses dias de breu. É a certeza de que estás comigo que me sustenta nos dias em que a angústia toma conta da minha mente e coração. A incerteza do amanhã não é nada perto da certeza do Teu amor por mim.


Obrigada por estar comigo sempre. Obrigada pelo amor e cuidado incondicionais.


Sim, vai valer a pena, eu sei que vai.

domingo, 15 de maio de 2011

Dicas para viver bem com ela!!!!

Achei essa matéria interessantíssima  e resolvi compartilhar!!!




Depois de destacar as características masculinas que mais incomodam - e intrigam! - as mulheres em "Dicas para viver bem com ELE", agora é a vez de ressaltar nosso jeitinho peculiar e superfeminino de enxergar o mundo e de agir, pensar, brigar, amar.
Sim, somos românticas, adoramos palavras doces - e flores!, compatilhamos sentimentos, desabafamos problemas com as amigas, falamos sem pensar, falamos, falamos (e falamos mais um pouco). Não somos boas com mapas, nos perdemos de paixão, gostamos de homens sensíveis (mas viris!), temos uma intuição apurada e infalível e, excluindo os períodos de TPM, somos fáceis de lidar, certo?
Não para eles. Os homens enlouquecem com o nosso falatório, não entendem entrelinhas, ficam atordoados quando dizemos "não" querendo dizer "sim", odeiam quando interrompemos o jogo porque queremos discutir a relação. Mas, ah, como nos desejam. Não vivem sem uma mulher, se não ao lado, no pensamento. No coração.
O casal Allan & Barbara Pease, autores dos já consagrados Por que os homens fazem sexo e as mulheres fazem amor?, e Por que os homens mentem e as mulheres choram?, lançaram o livro "Como viver a Dois", da editora Sextante, uma coletânea de frases e citações bem-humoradas para ajudar casais do mundo inteiro a se entenderem mutuamente. E conviverem em paz.

VEJA AQUI 10 DICAS para viver bem com uma mulher

1. As mulheres precisam ser vistas. Um homem que não tira os olhos da tevê a noite inteira pode dar à companheira a impressão que não a ama mais.


2. Ao lidar com uma mulher irritada, não tente lhe oferecer soluções nem a contrarie. Apenas demonstre que a escuta.

3. Não se desespere quando sua parceira lhe der um conselho. As mulheres acham que trocar conselhos é uma forma de criar uma relação de confiança, não um sinal de fraqueza de uma das partes.

4. Em momentos de estresse, as mulheres falam sem pensar. Os homens agem sem pensar.

5. Para melhorar suas relações com as mulheres, fale mais. O silêncio masculino é considerado pelo sexo oposto como falta de interesse, esnobismo ou recusa em participar da conversa.


6. Durante uma conversa, as mulheres fazem contato físico de quatro a seis vezes mais do que os homens. Não interprete mal o significado disso.

7.  As mulheres tendem a fazer rodeios e a entremear suas conversas com pequenas dicas sobre o que desejam. É o que chamamos de discurso indireto. Dessa forma, elas estabelecem laços com as pessoas e evitam ser agressivas e gerar desentendimentos. 8.  Nunca peça a uma mulher que seja seu copiloto. A leitura de mapas está ligada à capacidade de orientação espacial, que é muito melhor nos indivíduos do sexo feminino. O senso de direção do homem é um vestígio de sua época de caçador.

8. Nunca peça a uma mulher que seja seu copiloto. A leitura de mapas está ligada à capacidade de orientação espacial, que é muito melhor nos indivíduos do sexo feminino. O senso de direção do homem é um vestígio de sua época de caçador.



9. Quando a mulher está infeliz no relacionamento, não consegue se concentrar no trabalho. Quando o homem está insatisfeito no trabalho, não consegue se concentrar no relacionamento.


10.  Diga que ela é tudo para você. Para que uma mulher fique com vontade de fazer amor, ela precisa se sentir importante e amada.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Vivendo e aprendendo!!!!


Depois de muito tempo batendo cabeça, um belo dia eu finalmente aprendi que não preciso ser 100% todo o tempo e o tempo todo. Que se eu dou o melhor de mim e faço o melhor que posso, de verdade, sem desculpas e sem me esconder atrás das circunstâncias, isso é o suficiente. Que a vida não é pra ser perfeita, não é. É pra gente fazer o melhor, e viver feliz com isso. Querendo ir mais longe da próxima vez, querendo não cair de novo onde tropeçou agora, mas curtindo as coisas do jeito que dá pra ser. É, eu já aprendi isso, não foi fácil e eu tive que rever a lição uma porção de vezes pra entender de fato, mas no final eu aprendi. Só que de vez em quando eu esqueço, e me pego sofrendo por coisas bestas que já foram feitas e não dá pra mudar mais. Esqueço da diferença fundamental entre olhar pra trás pra aprender e seguir em frente, e olhar pra trás pra ficar lamentando o que não foi do jeito que era pra ser. Esqueço, sabe, de um jeito estúpido, e eu nem sei explicar direito como acontece, mas é, acontece. Sei lá que nome se dá a isso, se é culpa, insegurança, perfeccionismo, burrice, também o nome não importa, que não é hora para discussões semânticas. O importante aqui é manter essa idéia na cabeça: eu não sou perfeita, e não quero ser. Eu vou acertar de vez em quando, e vou errar de vez em quando também, e tudo bem. Não sei qual vai ser meu método.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Das teimosias que a vida faz compensar!!!!


Tão bom (re)descobrir que esperar o melhor das pessoas compensa. Pode demorar, e às vezes demora mesmo, pede paciência. Mas quando compensa, é de um jeito tão bonito que chega a dar um calorzinho gostoso do lado de dentro. Eu tenho um defeito que nem sei se é defeito – vai ver que é virtude e faz parte do meu melhor -, e é isso: eu não desisto das pessoas. Às vezes eu até deveria, mas sou teimosa e insisto. Chego a quebrar a cara de novo e de novo esperando que as coisas aconteçam de um jeito bom, mas pra mim troço difícil é isso: virar a cara e seguir meu caminho, deixar pra trás quem de um jeito de outro mora aqui do meu lado de dentro. Tem gente, eu sei, que é assim, chega até a dizer: se agir errado comigo, vai ser uma vez só. E tem horas que eu invejo essa gente, digo de um jeito sincero e sem vergonha, invejo. Porque às vezes dói menos perder as esperanças de uma vez, desacreditar. Mas eu, teimosa, só sei ser de outro jeito, desse jeito que perdoa até quando não devia. O bom é que tem dias como hoje, em que ser assim compensa e dá uma alegria danada. De ver que as coisas podem mudar sim, podem mudar pra melhor. Que bom. Que bom que tem dias assim.

domingo, 3 de abril de 2011

Ócio Criativo!!!!

Sou agitada e ansiosa, não adianta. Confesso que já tentei fazer tudo devagar, já pensei em  frequentar aulas de yoga, meditar...mas não adianta. Que mal tem confessar isso? Nenhum. Estou assumindo, até como forma de terapia. NÃO ADIANTA.

Sabe quando você chega mortinha do trabalho, entra em casa louca para dormir, ver televisão com as pernas para cima (vou falar mais sobre isso)? Pois então, mas não dá. Quando você chega em casa, SEMPRE tem algo para fazer. Calma nessa hora? Nem pensar. Faço tudo direitinho, mas rápido rápido. E quando vejo a quantidade de coisas que fiz em uma hora, ufa, que orgulho de mim mesma! É assim mesmo...
Mas o que quero falar mesmo é desses momentos tão difíceis de conseguir na rotina diária, mas não menos produtivos: os momentos de ócio. Não me refiro ao ócio preguiçoso, mas ao ócio criativo. Que maravilha deitar numa rede e pensar na vida, e desses pensamentos compor uma música, fazer uma poesia, projetos, ou até mesmo uma crônica, como esta.
Ócio criativo: Lazer e Produção. Saber e Diversão. Arte que se aprende. Quem fala muito sobre isso é um sociólogo italiano chamado Domenico de Masi, autor de diversos livros revolucionários. Que tal essa frase: "Escola é inimiga do ócio criativo." Para pensar...
Este senhor chega a aconselhar o ócio criativo como PROFISSÃO, porque segundo ele, quem trabalha perde tempo. Uma boa nova filosofia...
Explicando melhor: para o sociólogo, os workaholics estão com os dias contados, pois aproveitam mal seu tempo livre. Ele defende: o que vale a pena mesmo é gastar seu tempo (e ganhar dinheiro) de forma mais criativa e saudável, no âmbito físico e mental. Mas para dar certo mesmo, De Masi aponta ser necessário uma “educação para o ócio”, pois você pode se deslumbrar com a liberdade e autonomia adquirida, afinal, seu patrão é você mesmo. Patrão? Que nada. Você não tem mais patrão.
Ele pensou tudo isso ao pesquisar as profissões e perceber que na vida agitada e com tantas metas a cumprir, poucos profissionais usam sua criatividade. Trabalham como máquinas. Quem trabalha com sua criatividade, trabalha com prazer, então, pressupondo: poucos atualmente trabalham com prazer.
Mas comecei esta crônica assumindo minha “pressa” ao fazer tudo que não me dá prazer: arrumar a casa, cozinhar, lavar louça...tudo correndo, como se fosse “tirar o pai da forca”. Já me aceito assim, a maturidade te faz assumir, afinal não vou lutar contra minha natureza. Pois bem, meus momentos de ócio criativo são maravilhosos (por mais que eles não paguem minhas contas, não todas pelo menos). Esses são momentos tranqüilos e calmos para mim. Não há pressa. Vou longe. Dou risada sozinha. Invento. Crio asas e percebo que através do meu silêncio e pensamento surgem caminhos. Acredite.

sábado, 19 de março de 2011

Estamos na era do fast-food!!!

e da digestão lenta, do homem grande de caráter pequeno, lucros acentuados e relações vazias. Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados. Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas 'mágicas'. Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa.

domingo, 6 de março de 2011

RECRESCENDO!!!!


Houve um tempo na minha vida em q eu não defendia a minha verdade. Porque, na verdade, eu não tinha uma verdade minha. Minhas verdades eram as dos outros. Naquele tempo, de fato, eu era influenciável demais. Talvez eu ainda seja.

Nesse tempo eu optei pela ignorância. Escolhi não saber nada de nada, não me aprofundar, não aprender, não pensar. Era mais fácil. Era simples deixar as rédeas na mão dos outros, deixar a vida levar.
Em outro momento, depois de tanto tempo afundada na ignorância, eu resolvi descobrir quem eu era. Ainda não obtive sucesso. Mas descobri q buscar é mais interessante que encontrar.
Comecei a ter minhas vontades, minhas verdades, meus próprios pensamentos. Resolvi levar as rédeas da minha vida nas minhas mãos. Descobri que isso dá trabalho. Cansa. Dói. Era tão mais fácil concordar com tudo, ser conivente, ser cúmplice. Ir contra demanda tanta energia...
Foi na gravidez q eu comecei meu empoderamento. Peguei pra mim o poder sobre mim. Passei a assumir as conseqüências, a responsabilidade pelos meus próprios atos. Modificar padrão de comportamento é muito difícil! É cansativo, é doloroso.
Por isso o recrescer. Porque foi depois deste empoderamento inicial q passei a ter consciência de mim, de fato. Porque foi a partir disso q eu comecei a ter verdades minhas. E comecei a impô-las. E passei a não aceitar q me impusessem verdades q não me pertecem. Deixei de ser conivente. Deixei de ser cúmplice. Não tenho q engolir o q me incomoda.
Agora eu me dei conta q preciso aprender q as minhas verdades são minhas. Não posso fazer justamente o q tanto critico: impor minhas idéias como absolutas.
Penso, agora, q o mais difícil é saber conviver com verdades distintas.